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Mais um lugar para anotar na agenda e ir conhecer. Foi através de um vídeo que a Isabela Roposeiras do Coffee Lab compartilhou na sua página no Facebook. A chamada? Jovens largam carreira para abrir café enxutos e de grãos selecionados. Demais, não?

Essa é a pegada do Torra Clara que abriu há pouco mais de 7 meses e ao que parece, já tem cantinho especial na vida de quem um dia por lá passou e tomou um dos cafés a comando do Douglas, o dono do lugar e barista. Ou seja, lá é aquele combo de sucesso em que o dono é quem faz o serviço, e não só um investidor, sabe? Na minha opinião, são essas casas que carregam mais amor em seus serviços.

Assisti ao vídeo da matéria a TV Folha que a Raposeiras compartilhou e aproveitei para almoçar por lá, ao invés de só tomar o bom e velho café. A ideia claro era mostrar aqui no VICCO mais um Conhecendo.
Cheguei por lá por volta das 2:30pm e aproveitei o balcão que estava dando sopa e lá me instalei. Assim como em restaurantes japoneses, em cafés também é muito legal sentar no balcão, conversar com o barista, entender o dia a dia e a dinâmica de quem lá trabalha, ainda mais quando a ideia é conhecer e fazer uma matéria sobre.
O lugar é de agradar os olhos desde a entrada. Os janelões que dão muita luz com vidros largos e o logo que é bem bonito e tem aquela pegada do Brooklyn em NY. Aproveitando a ideia do bairro hipster, o Torra Clara também tem paredes de tijolos aparentes, tubulações em metal também aparentes, vasos em estilo tubo de ensaio com plantinhas, luminárias com filamento aparente estilo Edison … enfim, dá pra ver que tem carinho e amor e cada cantinho que é possível enxergar.

Já em conversa com Douglas, perguntei a sua sugestão para um café gelado. Sim, gelado! Muita gente acha estranho a novidade por aqui. Há anos, nas minhas idas e vindas à Espanha, criei esse habito e trouxe para a cozinha da minha casa. Por lá é comum pedir um “café com hielo” em qualquer lugar que você vá. Seja um expresso duplo em um copo com gelo ou até mesmo o café coado da manhã… nessa caso, as vezes adiciono um pouco de mel de engenho lá de Alagoas para dar um pouco de vida e um sabor de queimado, mesmo sendo adepto do café sem açúcar.

Voltando ao Torra Clara, por lá a coisa funciona diferente e os grãos que eles têm são de época. Ou seja, hoje você pode tomar um café X hoje, sendo que na sua volta dias depois, talvez não encontre aquele café. Tudo com uma pegada de produtor local, valorizando o trabalho dos pequenos produtores na região de Minas e São Paulo e com uma liberdade a mais que vai rabiscando a lousa de giz que te oferece os cafés “do dia”.
Douglas me ofereceu uma leva de café especial que ele tinha por lá e fez o café com gelo que estava ótimo. Servido em um copo de vidro e poucas pedras de gelo, o café é bom e ele gelado te mostra outros aromas, outros sabores. Vale a pedida da “novidade”.

O cheiro era bom e não deu pra resistir a recém saída fornada de Pão de Queijo com Queijo da Serra da Canastra. Macio e suave, acompanha bem o café… ou melhor, a entrada para o almoço.
Na sequência pedi um Waffle de Pão de Queijo da Casa que usa a mesma base do pão de queijo, sendo que é feito na hora na tradicional forma quadradinha. Há algumas opções de acompanhamento como manteiga, goiabada, mas eu fui de requeijão. Confesso aqui que a pedida é melhor do que a do Pão de Queijo… ou seja, não se engane e peça o Waffle que é mais negócio, é mais saboroso, mais quentinho e de comer de olhos fechados.

No cardápio, algunas tortas e quiches de vários sabores que agradam gregos e troianos. Para dar continuidade ao almoço eu pedi uma Torta de Mix de Cogumelos. Acompanhada de uma salada, a torta chega a mesa com aparência amassada e feia, mas o sabor é bom! Suave e com os cogumelos misturados a uma pastinha de cream cheese, a torta acompanha salada e algumas pimentas biquinho. Não se acanhe e peça ao Douglas mais uma porção de pimentas que vale a pena. A salada é verde sem grandes novidades com alface, agrião, tomate e cenoura. Tempere com o azeite que está na mesa e se divirta com um almoço mais leve do que o tradicional.

Mais um Expresso muito bem tirado e oferecido também em copo de vidro para finalizar. Aqui no Brasil há um costume de tomar café muito quente, o que na verdade não deixa você sentir os sabores presentes naquela xícara. Ou seja, fã de café quente mas não pegando fogo, o expresso servido em um copo de vidro permite que haja mais troca de calor, quando comparamos às tradicionais xícaras. Ou seja, ele perde temperatura mais rápido e no meu caso, me deixa mais feliz… pois tem vezes que demoro uns 5 minutos ara tomar um expresso esperando ele “esfriar”.

Serviço
Torra Clara
Rua OscarFreire 2286, Pinheiros
Tel: 11 3297.8486
torraclara.com.br

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Cheers com Café!

Fotos: @victorcollor

No primeiro filme da maior saga do cinema, Sean Connery interpretando “the one and only” James Bond deixa claro a elegância que iria tomar conta de todos os filmes até os dias atuais com Daniel Craig – mesmo se inspirando em Frank Bullitt, lembram que falei disso aqui?
Em uma das primeira aparições do agente, ele conta que seus paletós são todos feitos sob medida na Savile Row, rua em Mayfair no centro de Londres famosa por fazer os costumes mais bem cortados e os melhores alfaiates do mundo… não podemos esquecer que estamos falando dos ingleses e sua elegância. Falando um pouco do mundo pop, era lá o escritório da Apple, não a do iPhone, mas sim a gravadora dos Beatles, e foi lá que aconteceu o último show dos caras, já com todos os integrantes mal se olhando, na cobertura do prédio.

Film 'JAMES BOND: DR. NO' (1962) SEAN CONNERY Directed By TERENCE YOUNG 05 October 1962 CT3206 Allstar/Cinetext/UNITED ARTISTS **WARNING** This photograph can only be reproduced by publications in conjunction with the promotion of the above film. For Editorial Use Only Entertainment Orientation Vertical Stood half body Film Still Action Gun in Hand

Voltando a Saville Row, acabei de achar esse filme que a The Wool Company, a maior organização de tecidos de lã, fez no ano passado para divulgar a então revolucionária lã fria (cool wool) que mesmo depois de viagens, malas e horas de vôo, você vai estar com um visual sharp.
O curta é gostoso, uma trilha ótima e aponta alguns dos parceiros da organização que usam os tecidos como John Lobb que só faz paletó sob medida, Henry Pool & Co, a Anderson & Sheppard que está lá desde 1906 vestindo homens elegantes, a Lock & Co que pelo visto tem chapéus ótimos e a Budd Shirtmakers com camisas impecáveis.

Esse curta me fez voltar a ter um pensamento que considero uma das coisas impossíveis na vida. A ideia de ser um turista no Brasil, não falar português e marcar uma viagem para Rio completamente apaixonado por uma brasileira… esses são pensamentos que sempre tenho no Rio de Janeiro, aonde penso o quão legal seria a experiência de ser um gringo por lá… as praias, as mulheres, favelas, caipirinha, a tal da ginga do brasileiro… Enfim, acredito que nem em um sonho vou ter essa experiência.

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Escrevendo esse post e fazendo pesquisas sobre o assunto, me deparei com esse vídeo da mesma Lock & Co que falei acima, e eles afirmam ter criado o famoso chapéu Bowler Hat. Voltando a falar do mundo pop, quem não lembra da regravação de The Thomas Crown Affair com Pierce Brosnan confundindo todos os policiais no Metroplitan Museum com um chapéu desses? Modelo esse que faz alusão a pintura Son of a Man de René Magritte, ao som de Sinner Man da inconfundível Nina Simone.

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Referências nunca são demais…

Imagens: Reprodução

Eis que estou batendo umas voltas pela tal da internê e vejo algumas ótimas exposições chegando em São Paulo. Uma já está em cartaz e outras irão rolar esse ainda esse ano, no próximo 2016 e por que não em 2017… demais!

Vamos lá então por tópicos e em ordem de chegada :

Jimi Hendrix
Hear My Train a Comin / Hendrix Hits London
Quando: 10 Junho a 30 de Julho / 2015
Aonde: Shopping JK Iguatemi

Com curadoria da irmã de Jimi, Jane Hendrix, a expo vai contar com peças que o mestre da guitarra usou nos anos 66 e 67, justamente os anos que Jimi estoura na cena em Londres, monta uma banda, faz 120 shows, lança 3 hits e volta para os Estados Unidos como uma estrela. A expo ainda conta com algumas guitarras e letras de composição do artista que deixou o nosso mundo muito cedo, inclusive a guitarra que ele tocou em Woodstock, o festival mais divertido da história.

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François Truffaut
Truffaut: um Cineasta Apaixondo
Quando: 14 de Julho a 18 Julho / 2015
Aonde: MIS / Museu da Imagem e do Som

Considerado um dos principais expoentes da Nouvelle Vague, movimento artístico do cinema francês nos anos 60 que questionava as atuais regras aceitas pelo cinema comercial, Truffaut: Um Cineasta Apaixonado traz mais de 600 itens como desenhos, croquis, fotos, roteiros, livros, revistas e objetos que estavam expostos na Cinemateca Francesa em Paris até fevereiro deste ano.

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Tim Burton
Tim Burton : A Exposição
Quando: Fevereiro a Junho / 2016
Aonde: MIS / Museu da Imagem e do Som

Depois do sucesso da exposição que rolou no MoMa, a expo chega ao Brasil e traz mais de 700 obras do artista/diretor como bonecos, storyboards e pinturas de suas criaturas extremamente criativas e queridas. Lendo algumas matérias, ao que parece o próprio Tim Burton virá ao Brasil e abrirá pessoalmente a expo no ano que vem. Legal né?

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Frank Sinatra
Sinatra : An American Icon
Quando: Julho / 2016
Aonde: MIS / Museu da Imagem e do Som

Em comemoração ao centenário do cantor mais cool de todos os tempos, o MIS vai trazer a expo Sinatra : An American Icon que sem dúvidas faz jus ao título. Com curadoria do Grammy Museum at L.A. Live e colaboração da família de Sinatra e da New York Public Library of the Performing Arts, aonde a expo estará exposta até setembro desse ano, a mostra traz mais de 200 itens que ilustram essa trajetória: o Oscar de 1945, seu passaporte, vídeos, fotos e inclusive sua caderneta de endereços que está na última edição da revista Man Of The World.

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Renato Russo

Quando: 2017
Aonde: MIS / Museu da Imagem e do Som

Ainda não há muita informação, mas uma coisa é certa: a expo do frontman do Legião Urbana terá relíquias guardadas há anos no antigo apartamento do artista no Rio de Janeiro, como sua coleção de discos, manuscritos nunca exibidos e claro fotos e vídeos. Vamos aguardar para ter mais informações enquanto a equipe de museólogos do MIS faz o trabalho.

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E que comece a contagem regressiva!

Imagens: Reprodução

Sou da teoria que conteúdo bom não tem validade, da mesma forma que condeno de certa forma publicações que só falam do novo, do recém aberto como que tudo que esteja antes daquela data, não seja tão legal quanto. Isso é algo que vocês sempre vão enxergar aqui no VICCO e em mais uma novidade que vocês vão saber em breve.

Ainda apaixonado por um Fusca e sonhando com o Porsche 356, apenas sonhando, nas minhas buscas por documentários sobre a história que começa com o Fusca e acaba com a Porsche, achei esse doc que a Volkswagen do Canadá fez, contando umas das histórias mais legais quando o assunto é Fusca.

Todo mundo tem uma história com o carrinho mais querido do mundo, mas nenhuma como essa. O alemão Wolfgang Paul Loofs deixa uma Alemanha destruída após a guerra e vai buscar uma vida melhor no Canadá. Com aquele background e toda a energia pesada do pós guerra, Paul resolve fazer algumas viagens sozinho que iriam mudar a sua vida.

O start vem quando ele fica sabendo que a estrada Panamericana estava sendo construída e iria ligar as três Américas… foi isso que fez ele pensar em fazer uma das viagens mais complicadas, para uma época ainda sem grandes tecnologias. Para por sua ideia em prática ele precisava de um carro robusto, de mecânica barata e econômico. Além disso, ele precisaria de um motor refrigerado a ar, afinal ele iria precisar de água em lugares extremos sem mesmo saber se seria possível encontrar. Com esses requisitos na mão, o único que lhe servia era o Fusca.

Partindo em uma viagem de aventura por uma rodovia recém inaugurada, 3/4 do seu dinheiro era pra gasolina, o resto era pra ele viver. Ou seja, sim, é uma aventura.

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Em 1957 Paul embarca em uma viagem de 196 dias cruzando os Estados Unidos, México, América Central e por fim a América do Sul, indo até a Argentina.

Trip 2 : Malgre Tout
Com início na África e fim na Australia, ele volta ao Canadá.

Trip 3 : Once More
De dezembro a Maio do ano seguinte ele viaja de Sao francisco a Tailândia, faz toda a Indochina, Oriente Médio e por fim a chegada a Europa.

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Amor demais por um Fusquinha

Imagens: Reprodução

O bom é que aqui no VICCO, tudo acaba se tornando história pra contar e passar adiante para quando sentarmos em uma mesa de bar e falarmos de diversos assuntos com os amigos, que vão desde homens elegantes, carros, mulheres, viagens, ícones… enfim, tudo vira história.

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Já havia assistido a trechos, mas nunca ao filme completo. Finalmente, depois de anos vendo esses pequenos trechos, assisti à famosa perseguição de carro com Seteve McQueen a bordo do seu FORD Mustang GT voando pela ruas de São Francisco em Bullit de 1968.
O roteiro do filme não é lá essas coisas, como vimos em Thomas Crown, também com McQueen, lembram? Esse aqui é aquela coisa: assistir para ver McQueen e tal perseguição nos últimos minutos do longa. A história não é lá grandes coisas, o filme é lento quase parando e se passa quase todo dentro de um hospital… ou seja, em suma o filme é bobo mas temos McQueen, o King Of Cool na perseguição mais famosa do cinema com ele mesmo dirigindo, sem dublês – e isso que é demais e dá mais corpo ao filme. Tudo pelo contexto histórico e não pelo amor à sétima arte.
De qualquer forma, não recomendo assistir a Thomas Crown e Bullitt na sequência, pois em um McQueen é um bandido que você fica na dúvida se acha aquilo tudo legal ou não, e no outro ele é só um policial. Portanto se tiver uma ordem, assista Bullitt primeiro e depois Crown. OK?

Vale ficar de olhos em alguns detalhes. O Mustang GT obviamente que inclusive ganhou edição comemorativa da FORD quando fez 40 anos em 2008 – e deve valer uma nota! É claro que a edição verde musgo ganhou miniaturas também caras como a da AutoArt.
O Porsche 356 amarelo em que McQueen é resgatado é puro charme e claro, algumas peças de roupa como o trench coat e mistura de paletó com gola rolê (ou olímpica) usada na época. Falando na tal gola olímpica e o porta armas que McQueen usa na foto do cartaz do filme, bate o olho agora e faz a comparação com a vestimenta usada por Daniel Craig como James Bond no cartaz para divulgar o próximo filme, S.P.E.C.T.R.E que vocês viram aqui. Faz sentido? Tudo é referência… nada se cria, tudo se transforma, não é mesmo?

 

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O cartaz original já é demais, mas achei outros tão legais quanto como esses verdes que precisam de poucas palavras para deixar claro do que se trata. Além disso, separei algumas fotos da miniatura da AutoArt que ví para vender no Mercado Livre aqui no Brasil… o preço? Caro, se liga aqui:

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Pequenos detalhes que fazem de um filme bobo, um clássico.

Fotos: Reprodução

Lembro quando ouvi falar do burger de foie gras do então 12 Bistrô com ótimas palavras do meu muito querido Chef lá de Alagoas Jonatas Moreira do Espaço Vera Moreira. Parceiro dos donos Daniel e Greigor Caisley, Jon Jon me disse algumas vezes que eu tinha que conhecer o restaurante do caras.
Tempos depois, em um dos encontros da boa comida na praça Charles Miller aonde está o estádio do Pacaembú, lá estava o 12 com a sua barraca ao lado dos também parceiros, Z Deli Sandwich Shop. Conversei com Daniel, me apresentei e falei da relação com Jonatas Moreira. Provei o Burger, estava bom, mas uma coisa é você comer na barraca, outra coisa é você comer no restaurante. Portanto, não valeu.

Finalmente fui conhecer o que era Bistrô e hoje é puramente Burger e fui surpreendido. Com um espaço intimista, mais calmo e todo em madeira, o twelve como é chamado e não doze, fica em uma rua calma em uma zona que permeia entre Pinheiros e Vila Madalena. Um clima completamente diferente do agitado Z Deli da rua do Pinheiros, lotado e que foi perdendo o bom atendimento e a regularidade dos pratos ao longo dos últimos meses.

Cheguei lá e fui recebido por Daniel, que me sugeriu as Coxinhas e o Bolinho de Tapioca de entrada, afinal as batatas já viriam de qualquer forma para acompanhar o burger.
Ambos muito bons, mas em especial o bolinho de tapioca com geléia de pimenta. Me lembrou bastante os que Rodrigo Oliveira faz no seu Mocotó e que depois Adriana Cymes se inspirou para fazer no  Chez Burger de pouco sucesso no fim da Al. Lorena, nos Jardins. Inspirações a parte, o bolinho é ótimo, sequinho, crocante por fora e molhadinho por dentro. Bingo!

Para acompanhar tudo isso, fui “abraçado” por uma geladeira de cerveja que estava ao lado da nossa mesa. Recheada de inúmeros rótulos nacionais e importados que vocês podem conferir no site dos caras, resolvi fazer uma noite só de cerveja artesanal brasileira. Por que não dar valor ao home made, o feito “aqui na esquina” ao invés de tomar algo que já passou horas em barcos, horas em transportes, horas no sol, horas na chuva. Faz sentido, não? Nas fotos, alguns dos rótulos que tomei por lá, enquanto a turma na mesa se esbaldava nas belgas e alemãs.

Voltando a boa mesa, pedi o Burger de Porco (não lembro o nome correto agora, mas há somente um). Ótimo, leve e suculento. As folhas de agrião dão uma refrescada junto às cebolas roxas e deixa a coisa mais suave. Vale a pedida!
Essa semana passei por lá e provei o Dane’s Burger que é um dos carros chefes da casa. Pedi para adicionar bacon e fui ainda mais feliz… impecável!
O burger realmente é muito bom, vem no ponto da casa, o ponto certo, o ponto vermelho!
As batatas também são ótimas e vêm com o bom e velho alho e alecrim como estamos vendo em vários lugares.
Pode deixar de lado a maionese que não é la grandes coisa e pode até melhorar, afinal catchup no burger não rola.

Quando falei que fui surpreendido no início do post, era sobre isso… se não o melhor, um dos melhores burgers que já comi aqui em São Paulo. Ainda mais quando envolve um ambiente gostoso, calmo e sem aquela bagunça de lanchonete com som alto, gritaria e disputa por mesas.
Para se ter ideia, ainda há uma área externa aonde você pode comer entradinhas e tomar as mesmas boas cervejas que tomamos por lá. Vale a pedida também!

Serviço:
Twelve Burger Burguer & Bistrô
Rua Simão Alvares, 1018, Pinheiros
Tel: 3562-7550
twelvebistro.com.br 

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Preciso voltar para provar o de Foie Gras.

Fotos: @victorcollor

Aos amantes de David Bowie como eu, prepara o coração que vem coisa boa. Ontem foi anunciado o lançamento de Five Years 1969-1973 que será lançado no dia 25 de Setembro.

Trata-se de dois BOX que simplesmente vão te dar: 10 álbuns: 12 Box de CD, 13 discos de vinil em 180g e código para você baixar as versões digitais dessas músicas que saíram durante os tais cinco anos. Todos os formatos incluem várias trilhas que nunca foram lançadas e algumas remasterizações.
Para quem acha que a gravadora e o próprio David Bowie só estão fazendo isso para ganhar um trocado na data comemorativa, o BOX ainda inclui um compilado duplo intitulado Re:Call 1 recheado de singles, músicas que não foram gravadas em nenhum dos discos e algumas “Lado B”.

Para deixar tudo ainda mais gostoso o BOX te surpreende e vem com o clássico “The Rise And Fall of Ziggy Stardust & The Spiders From Mars” de 1972 remixado em stereo pelo co-produtor do álbum Ken Scott, que já havia soltado a versão em DVD e em LP quando o disco completou 40 anos em lá em 2012.

Portanto fiquem ligados no dia 25 de Setembro para ter o seu CD ou Vinil BOX, que conta com um livro de 128 e 84 páginas respectivamente, com fotos inéditas, notas técnicas de cada álbum e otras cositas más.


6 Studio Albums:
David Bowie (Space Oddity)
The Man Who Sold The World
Hunky Dory
The Rise And Fall Of Ziggy Stardust And The Spiders From Mars
Aladdin Sane
PinUps

2 Álbuns Ao Vivo:
Live Santa Monica ‘72
Ziggy Stardust: The Motion Picture Soundtrack

Exclusivo nos Box:
The Rise and Fall Of Ziggy Stardust And The Spiders From Mars (2003 Ken Scott mix)
Re:Call 1 (disco duplo)
Pra ficar por dentro de tudo que rola na vida de um dos caras mais legais do show biz, se liga no site dele aqui.

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Se não o mais, um dos caras mais legais de longas gerações.

Imagens: Reprodução