@victorcollor no Instagram


Acho engraçado a relação que vamos criando com certos músicos ao longo dos anos.
Lembro a primeira vez que ouvi John Mayer lá em 2001. Como de costume, em uma das viagens aos Estados Unidos, meu padrasto Gustavão foi em uma dessa lojas de discos e comprou a lista dos que haviam ganhado o Grammy daquele ano, e entre eles estava o primeiro álbum do cantor intitulado Room For Squares, que havia ganhado melhor performance vocal pop masculina para o single “Your Body Is A Wonderland”.
Naquela época não havia tanto acesso a arquivos digitais como nos dias de hoje, portanto, olhei para o disco, achei a capa simpática e logo comecei a ouvir sem nem saber quem era. Depois ele estourou e continuei seguindo John Mayer até o terceiro disco de estúdio intitulado Continuum de 2006, que confesso aqui, marcou uma época da minha vida que jamais irei esquecer.

Alguns amigos que viviam por Nova Iorque começaram a comentar sobre o quão bobo Johm Mayer era (ou é?) e sua atitudes em certos clubes e restaurantes, além das atitudes que a imprensa vinha soltando. Não me pergunte como, mas peguei uma certa birra do músico impecável com atitudes desnecessárias e um dos álbuns que mais tocavam no meu iPod, simplesmente deixou de figurar a lista dos Top 10 daquela época.

Anos depois, voltei a ouvir e explico aqui por que. Assisti recentemente a entrevista que John Mayer deu para o Hodinkee, um dos sites mais respeitados sobre o assunto relógio, e consegui enxergar um cara mais legal, focado e sim, mais divertido. Na sequência, depois da minha temporada carioca, em algum momento tive a chance de ouvir o disco Paradise Valley com Wildfire e Call me The Breeze, que me peguei ouvindo sem parar. Ou seja… mais uma vez digo, não me pergunte como, mas estou ouvindo o último disco de cabo a rabo.

Falando um pouco de estilo…  com certeza John Mayer bebeu um pouco na fonte de Johnny Depp, Piratas do Caribe, Keith Richards e todo esse mundo que envolve esse estilo, com chapéu fedora, lenços, casacos que são quase ponchos, além dos colares e o cinto. Ele vai além do estilo nas roupas e o som de Paradise Valley tem uma pegada caipira americana muito f***.
Se liga:

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O cantor em um dos programas mais legais da TV… Later… with Jools Holland da BBC:

Vai e volta!

Imagem: reprodução

Através do email de contato do blog contatovicco@gmail.com chegam algumas sugestões de posts e aqui está um deles que achei bem legal.

Com a onda de barbearias e esse lifestyle que não só me fascina, o meu leitor Bruno de Lucca me mandou esse vídeo que me lembrou muito o trabalho manual que o Max Poglia faz com suas facas e artigos de couro lá em NYC. Do Sul do Brasil diretamente para a cidade que almejo um dia morar, ele faz trabalhos impecáveis com essas matérias primas. Se liga no Tumblr dele que tem muita coisa legal sobre o seu lifestyle. Clica aqui para acessar a Poglia & Co ou fica ligado no instagram dele que vale muito a pena aqui.

Voltando ao  vídeo que Bruno me mandou, ele aborda uma das principais ferramentas de um barbeiro, a tesoura e como ela é feita. Fiquei impressionado com a perfeição do trabalho manual e a forma que ele dá o polimento no metal.
Se liga que demais:

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Thanx Bruno!

Ainda na onda carioca, aproveitei minha temporada por lá para fazer programas que devido ao zum zum zum de festa e bagunça, sempre se torna impossível de conhecer, afinal ainda não moro na Cidade Maravilhosa.

Aproveitei para escalar o morro dos Dois Irmãos, ver o Mirante Dona Marta, conhecer restaurantes cool’s em Botafogo, e mais um monte de coisa legal que falo em breve por aqui. Mas hoje o que vou falar é do Parque Lage, uma pérola no Jardim Botânico com vista para o cristo. Curtiu? Pois é… não para por aí.
A história do parque com o tal nome data 1859, quando Antonio Martins Lage adquiri a propriedade e assim passado como herança aos seus filhos, que em 1920, deram início a remodelação do parque, convidando o arquiteto italiano Mario Vodret para projetar o palacete que está até hoje nos pés do morro do Corcovado com a Escola de Artes Visuais, um centro de arte e cultura. Clica aqui para entender melhor a Escola. Já para saber mais sobre a história do Parque dos Lage, clica aqui.

Voltando a minha visita, cheguei lá por volta das 10am para tomar café da manhã no Café Du Lage, que sem dúvidas, foi o pior atendimento (serviço) que recebi  na minha temporada carioca. Depois de algumas buscas, ví que o serviço por lá já é considerado péssimo… como se fosse algo de praxe. Trsite realidade para um lugar tão bonito e agradável. Comi um omelete com presumo e queijo que estava OK, um suco de laranja sem ser coado e um café espresso duplo. Independente do serviço, vale ir lá pelo programa.
Ao fim da visita ao palacete e a parte do jardim que contempla 52 hectares, me encontrei fazendo a pergunta a mim mesmo “Como não havia conhecido antes?” e aproveitei para fazer essas fotos que divido aqui com vocês.

Ou seja, na próxima visita ao Rio, tire uma manhã para conhecer o Parque. Vale muito a pena, ainda mais no inverno, que o passeio pelos jardins se torna ainda mais agradável.

Serviço:
Parque Lage
R. Jardim Botânico, 414 – Jardim Botânico
Tel: (21) 3257.1800

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Quero voltar já!

Foto: @victorcollor

Quem me acompanha pelo Instagram sabe o caso de amor que estou tendo com uma cidade chamada Rio de Janeiro…
Eu já tinha falado por aqui que a cidade, sem dúvida alguma, era a mais legal para estar durante o mundial… vários gringos pra lá e pra cá, taxi, bandeiras, praia cheia, branquelos, loirinhas, … enfim, uma infinidade de coisas legais rolando e o melhor de tudo, não presenciei em nenhum momento agressão, briga ou qualquer problema sobre torcer para aquela ou essa seleção… talvez uma leve catimba com os Argentinos, mas isso já era esperado, tanto do nosso lado quanto do lado de lá.

Mas enfim, a Zona Sul era festa pura. O Rio definitivamente estava vivendo em função dos jogos. Todos os dias era uma desculpa aqui ou ali daquele que ganhou ou perdeu, afinal comemora bebendo e chora… bebendo também né. Então era chope que não acabava mais.

Tudo bem que a coisa rolava solta em Santa Teresa e no famoso bairro da Lapa, mas foi o Jobi que se tornou minha “segunda casa” na temporada carioca. Fiz amizade com Juninho e cia, e principalmente com Seu Manoel, português e dono de um dos lugares que hoje considero entre os mais legais e animados na cidade, faça sol ou faça chuva, dia e noite… o negócio não para por lá. Foram tantas as vezes que seu Manoel, um português durão e fechado, amoleceu e teve um dia que ele até foi até o escritório, que fica no edifício ao lado alguns andares a cima, buscar um carregador de telefone. Agradeço aqui a atenção e as bolachas avulsas no meio da bagunça!
Por lá foram chopes levinhos que “passam” despercebidos e galera animada falando sem parar, bate papo, cigarros, bla bla bla… aquele clima boêmio que só o Rio de Janeiro tem… o Jobi é assim!

Fundado em 1956 e bar logo se tornou ponto de encontro de uma galera animada, seja depois da praia ou madrugada a dentro invadida pela boêmia. O lugar ajuda, e muito. Localizado no “miolo” da bagunça no Baixo Leblon, o Jobi tem como vizinhos a famosa pizzaria Guanabara, que serve chopes aguados e pizza duvidosa e o muito querido BB Lanches, que segundo os cariocas, é uma das primeiras casas de sucos da Zona Sul. O preço é maior do que os outros, mas vele muito a pena tomar um açaí e uma pasta de atum ou frango por lá. Tudo isso acompanhando de suco de uva verde com água de coca – dica minha que passo aqui pra vocês por ter aprendido nos 15 dias que vivi por lá.

Voltando ao Jobi, só indo para entender a bagunça divertida que é. Tomar os chopes que passam pra lá e pra cá e comer os sanduíches de pernil ou filé, ambos com queijo, é uma das coisas que tem que conhecer na próxima viagem à Cidade Maravilhosa.

As fotos não são lá grande coisa, afinal foram feitas nos longos e intermináveis finais de noite por lá regado a muito chope.

Serviço:
Bar Jobi
Avenida Ataulfo de Paiva, 1166 – Leblon
Tel: 21 2274.0547

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O Jobi deveria ser tombado.

Fotos: @victorcollor

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#schutzfall
@jusverner
Make: @nuriaariel

Esse fim de semana, mesmo com todo o sol que teve por aqui em São Paulo, assisti a alguns filmes e resolvi compartilhar um aqui com vocês.

Muita gente usa o Netflix para ver séries americanas e stand up comedy. Numa boa, essas coisas são legais? Sim, são, mas aproveite aquele tempo, seja ele 1 ou 2 horas, ou até 3 como são os filmes de Sergio Leone que você viram aqui, e aproveite para adquirir mais repertório e extrair o que o Netflix tem de melhor: os filmes clássicos em sua maioria e alguma coisa aqui ou ali que é novidade.

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Chinatown
Com 11 indicações ao Oscar em 1975, o fleme de Roman Polanski tem Jack Nicholson ainda bem jovem e conta a história da guerra de águas na Califórnia. Considerado um dos maiores filmes do cinema mundial, ganhou Oscar de melhor roteiro de Robert Towne.

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Repense a forma que você assiste Netflix!

Imagens: Reprodução

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Lembram que falei aqui sobre a parceria do Lucas Penido do site muito legal The Hype BR com a West Coast e os documentários sobre a historia do workwear?

Pois bem… (como dizem os portugueses), na semana passada depois da minha temporada carioca, recebi em casa um dos 20 pares que Lucas Penido presenteou por ai, com dedicatória e tudo. Se liga…
Quando abri a caixa, um sorriso já saiu do meu rosto… a caixa linda, minimalista, preto e branco e somente com o necessário estampado: Logo do The Hype BR, West Coast e Limited Edition. Já achei genial!

Dentro da caixa, as lindas botas e cheiro de couro… genial x 2.
Lucas é meu chapa, mas independente disso, não pirava tanto em um calçado como pirei nessas botas. E olha que não sou grande fã de botas. O último calçado que não tirei dos pés foi o par da Cole Haan que comprei em Nova Iorque com solado laranja, lembram? Quando me dei conta, usei a bota desde o dia que ela chegou por aqui com calça skinny dobrada até o cano da bota… será que curti?
O couro é extremamente macio, o solado branco que logo logo vai sujar e ficar mais legal ainda, assim como o couro… quanto mais usado, mais bonito!
Os detalhes de costura aparente e em diferentes cores, o ilhós amarelo solitário, o logo do The Hype BR em um dourado bem discreto, quase imperceptível faz com que a bota seja elegante e street ao mesmo tempo. São esses pequenos detalhes que nós homens amamos ter em nossas peças. Já falei algumas vezes dos meus “queridos” Paul Smith e Etro e essas pequenas perfeições que a dupla faz com detalhes que as vezes só nós que estamos usando sabemos que existe. Uma breve felicidade difícil de explicar… ah, as meias coloridas entram nessa lista também.

Queria agradecer aqui a atenção e o carinho!!! Long Live a colab e claro, como você sempre diz “God Bless” do seu chapa Genial.

Curiu? Então fica ligado no site da loja Kings clicando aqui.
Já os mineiros ganham algo a mais. Por ter nascido por lá, Lucas vai fazer o lançamento nesse sábado na BlackBoots, fiquem ligados!

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Esperando a próxima colab!

Fotos: @victorcollor