@victorcollor no Instagram

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Uma coisa é certa. Quando o assunto são relógios ou carros antigos, a precisão dos fatos é sempre algo a ser entendido, e muitas vezes isso só é possível com muito estudo, leitura e busca do que você realmente quer. Não é só em um único livro que a informação que você quer vai estar. Saber o ano, as histórias por trás. Em um carro por exemplo, saber se os faróis são originais, se o carro da época saiu com tal acessório. Em relógios, se o mostrador já foi trocado, os ponteiros, o acrílico, … Enfim, falando de coisas antigas é em estudos que você tem que se enfiar para realmente entender.

Um cara que muito admiro é o Benjamin Clymer do site Hodinkee. Vocês já viram ele aqui quando mostrei duas entrevistas no youtube com Alan Maleh e outra com John Mayer mostrando suas coleções de relógios na série Talking Watches.
Como um aficcionado, começou a escrever e criou um site para chamar de seu, assim como eu, assim como todo mundo. A coisa cresceu, ganhou notoriedade e hoje ele tem o que ele chama de revista digital em seu Hodinkee.com. Um dos sites mais legais quando o assunto são relógios, principalmente os antigos.
Achei algumas entrevistas que valem ficar de olho se você, assim como eu, curte muito os relógios antigos e que carregam histórias.

Muitos dos meus amigos ainda têm receio de comprar relógios antigos, ou relógios usados que em questão de alguns anos se tornarão vintage no seu pulso. Há um receio sobre o funcionamento, as revisões, as peças que foram ou não trocadas, etc. Ontem vocês leram aqui sobre o Seamaster 300 de edição limitada para SPECTRE, o novo filme de James Bond. O novo é muito legal, mas o antigo de 1950, o que dizer daquela jóia?
É a história que conta ainda mais história. Nessas entrevistas que mostro aqui, Ben Clymer fala sobre a comparação de um Rolex Submariner que de fato pertenceu a um mergulhador e passou anos mergulhando pelos oceanos a um que foi de um banqueiro e mal saiu da sua sala de operações. Consegue entender a diferença? Se ficou difícil, -faz a linda comparação entre ir na loja e comprar um relógio, a receber um que pertenceu ao seu pai nos anos 70. Muito mais legal quando vem de pai para filho, certo? É disso que estou falando, porém muitas vezes sem o vínculo familiar.

Olha que demais os vídeos e seja bem vindo ao mundo dos relógios antigos!

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Antigo é antigo.

Fotos: Reprodução

Após o lançamento do Seamaster Aqua Terra 15007 Gaus, a Omega lança mais um modelo com o intuito de divulgar SPECTRE, o novo filme de James Bond que tem estréia prevista para outubro e vocês já viram o trailer aqui.

Desde 1995 com a estréia de Pierce Brosnan, a Omega está presente no pulso do agente secreto mais famoso do mundo. Dessa vez, é apresentado o Seamaster 300 “Spectre” Limited Edition com 7.007 modelos numerados, e será o mesmo modelo usado por Daniel Craig no novo filme.

Lembram que no post do lançamento do Aqua Terra 15007 Gaus eu já havia falado sobre o tamanho da caixa e o retorno dos relógios em tamanho menores?  Esse é mais um caso. O Semaster 300 é um modelo da relojoaria suíça de 1950 e foi relançado recentemente pela Omega, e na semana passada ganhou edição especial para o filme com fundo assinado SPECTRE e pulseira NATO assinada com a marca e o logo 007. O modelo apresenta algumas pequenas alterações em comparação a recente reedição:  o bezel em cerâmica ganha nova numeração, o ponteiro da flecha e algumas mudanças no mostrador como a retirada no numeral 12, para então crescer o logo da marca.

1950:

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2015:

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Quem acompanha os posts de relógios por aqui, sabe que James Bond usa um Rolex Submariner Big Crown desde Dr. No, o primeiro filme da série datado em 1962 com Sean Connery em uma de suas melhores aparições. A coisa continua nos filmes seguintes, até Roger Moore usa-lo pela última vez em Live And Let Die de 1973, seu primeiro filme. Depois disso só voltamos a ver o modelo no pulso de Timothy Dalton com aparições discretas em The Living Daylights e Licence to Kill de 1987 e 1989 respectivamente.
Partindo dessa ideia, a dupla “Rolex Submariner + Pulseira Nato” virou uma referência ao estilo do agente. Em Dr.No o relógio aparece de forma tímida até que em Goldfinger, o terceiro filme da saga, ele é apresentado nas primeiras cenas de forma clara e com evidência. No caso, a pulseira Nato com 18mm enquanto o modelo da Rolex carrega 20mm, ganha notoriedade e aparece em três cores: preta, verde e pequenas linhas em vermelho.
Uma curiosidade é certa. Ao longo dos anos, de forma errada, a pulseira Nato que ficou conhecida como a Pulseira James Bond é o modelo em preto e cinza. Com certeza a marca suíça tem como referência os primeiro filmes da saga, ainda mais no caso de SPECTRE em que vários elementos da época voltam a cena, como a sala de Ma, a porta do escritórios em “capitonê”, Miss Moneypenny e claro a organização SPECTRE de Ernst Stavro Blofeld, um dos vilões de maior expressividade nas histórias de Ian Fleming.

Mesmo assim foi ai que a Omega foi buscar referência. Original ou não, acredito que a ideia foi: “já que todo mundo diz que essa é a pulseira JB, vamos usá-la”. Assim a marca fica “dona” do estilo e modelo que foi usado em um Rolex em 1962. Hoje podemos dizer que é a pulseira do Omega usado pelo agente em 2015.
Mais uma vez volto a dizer sobre a valorização do passado, coisas que deram certo lá atrás voltam a aparecer nos nossos “tempos modernos”. Ponto pra Omega!

Verdade ou não, o modelo é bonito e tem a pegada submarina, tanto como o Rolex e o TagHeuer também usado por Timothy Dalton em seus dois filmes. Relógios feitos como instrumentos de mergulho com o bezel para auxiliar na marcação do tempo embaixo d´água. Hoje há equipamentos digitais de ponta e os relógios se tornaram puro charme dentro ou fora dos oceanos.
Vamos esperar para ver de perto aqui no Brasil na loja dos caras no Shopping Cidade Jardim aqui em São Paulo.

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It is probable that actor Timothy Dalton wore a Heuer / TAG Heuer 980.013 Professional dive watch as James Bond through most of the Eon Productions 007 movie, "The Living Daylights" (1987).

Volta ao passado!

Fotos: Reprodução

Mantendo a ideia de que sexta feira é dia da boa mesa aqui no VIC&CO, hoje vou falar de um dos lugares que mais tenho frequentado ultimamente e também estampa a sessão “Meus Achados” na última página do VIC&CO Post que já está em circulação em vários lugares. Se liga lá no meu instagram e fica ligado nos pontos aonde você pode pegar o seu gratuitamente.

Falamos do Chef Checho Gonzales e dua sua Comedoria que carrega o seu sobrenome. A ideia é simplesmente genial e vocês vão entender por que. O Chef abriu o seu espaço em um Box dentro do Mercado Municipal de Pinheiros e ali ele já tem todos os ingredientes frescos que ele compra dos fornecedores nas barracas ao lado. Ou seja… não há custo de transporte embutido no preço do seu almoço. O peixe é super fresco, os legumes coloridos e os temperos recém moídos ou processados. Fantástico e confesso almejar algo desse calibre em algum dia. Ainda tem mais… com isso ele ainda ajuda o mercado e o comercio local.
Natural de La Paz na Bolivia, Checho já tem história na cozinha quando com 30 anos resolveu trabalhar com as panelas. Já passou por alguns pontos legais no Rio, ganhou prêmio por lá e também já trabalhou ao lado de Alex Atala no D.O.M. Hoje a frente da Comedoria, também é o cara por trás do Mercado Feira Gastronômica que vocês já leram aqui em um post que fiz lá em 2012.

A Comedoria Gonzales é “pá pum”! Não tem mesas, muito menos garçons. A ideia é chegar lá, escolher algumas das delícias, uma em especial que troca todos os dias, pegar fila, pagar e esperar algum dos cozinheiros do balcão gritar o número da sua comanda.
Um jogada esperta, afinal não há custos de garçons no lugar. Ou seja, já não há custo de transporte e não há garçons. Isso reflete no custo final para o consumidor que abre o sorriso pagando R$20 no prato mais caro da casa. Para ajudar na conta, todas as embalagens oferecidas por Checho são recicláveis, o que nos faz poupar água para lavagem e uma pessoa a menos na equipe lavando e enxugando atrás do balcão. Só ponto positivo!
Falado em reciclável, como tenho ido bastante, acabo vendo coisas que em uma primeira muita vezes não é possível enxergar. Checho realmente é um cara hands on, um cara que vai lá, está atrás do balcão, cozinha e até mesmo é ele quem tira o lixo do lado de fora. Acho isso genial, ainda mais nessa era que estamos vivendo que pessoas querem ser Chef de cozinha, ganham uma certa notoriedade e depois só saem na foto, sem sequer passar no seu restaurante. Infelizmente é o que tenho visto muito por aqui e tiro o meu chapéu para o Chef boliviano que está lá todos os dias com suas tattoos, roupa de workwear e botas que me lembraram as da Red Wings. Parabéns Cecho!

Falando da boa mesa, tem algumas coisas que vocês tem que provar se ainda não conhece:

Ceviche
Há 2 opções de Ceviche e 4 de molho.
Peixe do Dia ou Mix de Frutos do Mar. Confesso que já provei os dois e sempre acabo indo no clássico, só com peixe do dia, que varia dependendo do frescor que o Chef achar no próprio mercado.
Já provei as 4 opções de molhos mas confesso que o de Suco de Tomate é o mais especial deles, ainda mais quando você morde as deliciosas sementes de coentro. Fantástico!

Pucakapas
Empanadas de queijo tradicional da Bolivia, são recheadas de queijo e tem uma pegada mais massuda. A de queijo é boa, mas não sou grande fã das Salteñas, que são recheadas de carne ou frango.
Pede uma dessas e divide com os amigos na mesa, entre uma mordida e outra, assim como você pode fazer com a Chola que é um sanduíche de presunto da casa com vinagrete de repolho, muito boas por sinal!

Assados
Há 3 opções: Chicharones, Coxas de Frango apimentadas e Galeto com limão.
Todas elas são muito boas, mas eu sou fã #1 dos Chicharones, que são costelinha de porco muito bem temperadas, cozidas e depois assadas. Chegam até vocês e se desmancham na boca com um tempero extremamente gostoso. Falando em porco e na forma como é servido… se não me engano, uma das melhores que já comi. E todos vez que vou lá, tem que ter o combo Ceviche com Tomate + Chicharones.
O mais legal? O preço! Por R$17, o prato ainda acompanha uma das batatas como acompanhamento. Não se engane com a batata doce ou inglesa e vá na batata bolinha com maionese de alho. É extremamente especial e a combinação batata, alho, e costelinhas desmanchando é surreal.
Tudo acompanhado de boas cervejas nacionais que tem por lá como a Cervejaria Urbana, Coruja e Jupiter, além do Chá Mate de Checho que é ótimo… só pedir sem açúcar!

Três Leches
Para finalizar, não deixe de pedir a sobremesa que é pudim de pão de ló molhado com leite infusionado com canela e doce de leite. É daquelas sobremesas de comer e fechar os olhos na mesma hora. Não deixe de pedir!

 

Uma coisa é certa. Checo abriu uma porta no Mercado Municipal de Pinheiros que já está sendo abraçado por projetos da ATÁ de Alex Atala que visa a volta as origens da relação do homem com o alimento. Já tem 4 box fechados dentro do mercado que estão com o cartaz na frente, cada um com um foco em uma gastronomia de diferentes partes do Brasil. Vamos aguardar, mas já adianto que com a expansão da região de Pinheiros – o bairro mais cool em SP nos dias de hoje, com certeza o Mercado se tornará um desses pontos turísticos como aconteceu com o Mercado de San Miguel em Madrid, lembram?

Serviço:
Comedoria Gonzales / Mercado de Pinheiros
Rua Pedro Cristi, 31-71, Box85, Pinheiros
Tel: 11 3813.8719

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Ir e voltar sempre!

Fotos: @victorcollor

No início da semana, fui a convite de Lalai Persson e Facundo Guerra, conhecer um novo espaço que está no miolo dos Jardins e Bela Vista, mas confesso que nunca tinha visto. Eis o Mirante 9 de Julho. Sim, um mirante antes abandonado que dá para a avenida que liga o centro, passando pelos jardins e acabando no Itaim. Literalmente no meio da cidade.

Confesso que desde que cheguei em São Paulo há 14 anos, nunca tinha sequer percebido. Já passei em cima, já passei em baixo, mas o grande lance é: o mirante está exatamente entre a avenida que carrega o nome e o viaduto que vem da região da Fundação Getulio Vargas e a Rua São Carlos do Pinhal, e liga à Rua Antonio Carlos, que logo cruza a Frei Caneca e chega a Augusta. Hoje batendo o olho e reparando, enxergo o espaço e suas janelas com vista para o Centro da cidade, além do projeto arquitetônico na entrada dos túneis que hoje está escondido por arbustos e algumas grades para não deixar pedestres cruzarem a movimentada avenida. Além disso, o espaço de 150m2 é abraçado pelo MASP que está logo acima na Avenida Paulista e pelos chafarizes da 9 de Julho que faz parte do que podemos chamar de complexo, que engloba mirante e chafarizes e juntos estão sendo reformados por Facundo Guerra e a MM18 Arquitetura de Marcos Pualo Caldeira e Mila Strauss, em parceria com Subprefeitura da Sé.

Na visita guiada ao que será um espaço cultural, Facundo e Marcos me contou muito de como começou a saga até chegar ao que está lá hoje. Quando lá chegaram, encontraram tudo abandonado com três ou quatro famílias carentes vivendo no grande espaço, tratando aquilo como privado, sendo que é algo público e que foi deixado de lado pela prefeitura – clássicos do Brasil, e claramente invadido por moradores de rua. Primeira tarefa? Realocar essas pessoas, cortar todos os arbustos que escondiam o mirante, cercar o lugar e claro, fazer a limpeza completa e restabelecer o sistema de esgoto. Tarefa árdua, mas feita com primor. Hoje o lugar está leve, limpo, com vidros que barram a poluição vinda da avenida através das janelas, banheiros bem instalados, iluminação que valoriza a arquitetura e sim, ideias fantásticas de um dos caras mais legais que essa cidade pode ter. Sim, ele mesmo, Facundo Guerra. Para quem não sabe, ele é o responsável pelo Grupo Vegas que tem Lions, Yatch, Riviera, Vegas, Z Carniceira, Volt, Cine Joia, PanAm, Frank Bar e mais um monte de coisa legal que só ele sabe fazer! O cara é bom!

Voltando ao Mirante 9 de Julho, é lindo ver esse tipo de coisa sendo feita com inciativa privada, sem depender de instituições financeiras. Assim a coisa se torna livre e claro, tem um leque ainda maior de temas a serem abordados no espaço cultural. Facundo comentou que entre as ações, haverá um cinema que terá uma sessão chamada 4:20, passando filmes ligados ao tema. A ideia veio com uma homenagem a escadaria que dá acesso ao Mirante, chamada carinhosamente pelos adeptos de Escada da Maconha. Quando que uma instituição financeira bancaria essa sessão? Nunca…
Ou seja, o dinheiro é dos caras – com ou sem empréstimos, e claro, conta com a ajuda e o aval da Subprefeitura da Sé que tem Alcides Amazonas a frente.

Com abertura marcada para o dia 23 de Agosto, a ideia do Mirante é ser um lugar democrático, de livre acesso, mas com hora para fechar, funcionando de terça a domingo das 10h às 22h. Na programação haverá exposições, shows, mostras, cinema, fotografia, sendo de fato um espaço de movimentos artísticos de performance. Para a abertura, o Coletivo Rolê foi escalado para mostrar suas obras fotográficas de São Paulo que a turma faz há anos… entre eles, o talentoso João Sal.
Para movimentar o lugar, haverá o Isso é Café com ótimos blends e aquela boa e velha história do café coado que vocês podem ler na #1 do VIC&CO Post que já está circulando em SP. Além disso, um restaurante também abraça o lugar mas ainda não sei grandes informações sobre quem vai estar lá, qual comida, … mas não vejo a hora de comer com uma bela vista, em um lugar novo e iluminado como é o Mirante. Thanx Facundo e MM18!

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A curiosidade mais legal sobre tudo isso? Numa onda arqueológica, os caras bateram um martelo em uma parada e acharam uma escada toda em madeira em ótimo estado datada em 1932. Ela liga o topo do mirante a entrada do túnel, ficando pouco abaixo das avenidas. Desci lá e a sensação foi demais… ouvir e ver os busões que passam a milhão da Av. 9 de Julho do seu lado é simplesmente genial. Uma experiência dentro de uma cidade como São Paulo, em um espaço público, no meio de duas avenidas extremamente movimentadas. Confesso que nunca imaginei ver e ouvir isso! Peguei algumas fotos de acervo e claro, fiz algumas por lá mostrando como ele está hoje, limpo e bonito… se liga:

 

Para ficar por dentro dos próximos passos dessa turma e na programação cultural do novo espaço que São Paulo vai ganhar, fica de olho no @mirante9dejulho e no @facundoguerra, e também pela fanpage dos caras no facebook.


Serviço:

Baixo do Viaduto Bernardino Tranchesi, 167, Bela Vista
Tel: 11 3111.6342
Entrada gratuita
Capacidade: 350 pessoas
mirante.art.br

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Por mais pessoas assim, por uma São Paulo melhor… lindo de ver isso acontecendo! Parabéns Facundo e MM18

Fotos: Acervo + @victorcollor

Desde pequeno quando morei na Suíça com meus 11 anos de idade, vi o amor dos italianos pela Fila e passei a conhecer a marca de artigos esportivos que teve grande impacto no mundo do Tênis nos anos 70. Obviamente devido a esse fato, as peças tinham uma pegada do esporte que carrega um ar clássico e elegante. Na época, foi isso que me “pegou”.
Ontem, a marca que surgiu na região de Piemonte na Itália há mais de 100 anos, resolveu apresentar ao mundo o seu novo momento, dando um step forward com um novo posicionamento que achei simplesmente genial e vocês vão entender por que.
Vocês que me acompanham por aqui sabem bem do meu carinho pelas marcas que têm histórias e as contam com muito prazer e claro, as peças antigas, o que tem vida e passado e que podemos chamar de vintage. Sim, a Fila está indo por esse caminho. Legal demais!

Ontem as 11am eu estava no PanAm Club no topo do Maksoud Plaza na região da Paulista aqui em São Paulo – o mesmo que abriga o Frank Bar que vocês viram aqui, para ouvir uma palestra de Daniela Dantas da WGSN sobre tendências para então Henrique Hermes apresentar o novo momento da marca. Em pauta? A ideia que ser saudável nos dias de hoje passou a ser cool. Quando paramos e vemos um monte de gente postando foto no espelho, academia, suor, yoga, corrida, … chegamos a conclusão que faz sentido por A mais B, certo?

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Nunca foi tão legal comer bem, ser saudável e estar em forma. E é isso que as pessoas querem mostrar.
Quando começou a onda de pessoas andando pelas ruas com suas roupas de academia com o intuito de mostrar que “óh eu já malhei hoje / sou saudável”, obviamente houve um choque nos olhares de pessoas que estavam dividindo o mesmo espaço com terno, gravata ou saias abaixo do joelho. A coisa muda e hoje há inúmeras pessoas fazendo isso. Conclusão? O esporte passou a fazer parte do tal do lifestyle das pessoas. O dia a dia passa a se fundir com o esporte e tudo caminha junto. Ou seja, marcas de esportes passam a fazer parte do estilo das pessoas por se encaixar no estilo de vida delas. É nesse meio entre performance e estilo de vida que a Fila entra com o seu novo posicionamento.

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A nova coleção intitulada “Arquives” foi beber de uma fonte bem preciosa, o Museu da Fila em Biella na Itália. O nome já diz e sim, as peças que foram mostradas ontem têm referências e algumas reedições de clássicos da marca que estampam as paredes do museu. Além disso, as peças da época foram trazidas da Itália e expostas no evento para deixar claro esse novo momento, a valorização da sua história e claro, fazer jus ao nome da campanha Live The Legacy.
Além disso, os caras ainda vão fazer duas colabs que com certeza vocês vão acompanhar por aqui. Uma com a Cotton Project (que está no VIC&CO Post e é um dos pontos aonde você pode retirar um exemplar gratuitamente) e outra com o Renan Serrano da Trend T… tudo para deixar a marca de esporte mais próximo do lifestyle, lembrando sempre da relação performance x estilo. Em breve solto por aqui mais histórias sobre essas colabs.

Volto a dizer que sim, o passado tem valor, é nele aonde estão os conhecimentos, os ensinamentos, a vivência, os calos e claro, as histórias colecionadas a cada ano… como a vida melhora com o passar do tempo! Pare e pense: nos tornamos pessoas melhores ao longo dos anos, com mais experiência, mais soluções para os nossos problemas. Concorda? No final, como ouvimos no fim do filme da campanha que mostro aqui em primeira mão, Life is The Hardest Game We Play (a vida é o jogo mais difícil que jogamos).

Como é bom saber quando temos razão e algo que você sempre lutou e vive até os dias de hoje simplesmente passa a ser enxergado pelo mundo. Cheers Fila pela inciativa e valorização do passado cheio de histórias. É nele que está os tesouros da vida de cada pessoa. Cada um tem uma histórias e nos faz ser a pessoas que somos hoje e aonde chegamos, com nossos gostos, aspirações e vontades. História… essa é a palavra!

Se liga nas fotos que fiz por lá, além das fotos da campanha também com pegada vintage!

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História… é isso que temos e ninguém nuca irá tirar de nós!

Fotos: Reprodução e @victorcollor

No último post vocês acompanharam um pouco do que rolou no evento de lançamento do VIC&CO Post no Cartel 011 e a explicação sobre a publicação trimestral do jornal que posso chamar de meu.

No dia seguinte à noite animada de terça, na quarta-feira ainda rolou um evento na Trattoria Fasano para 36 pessoas. A ideia? Um jantar em parceria com Panerai para contar um pouco da história, tradição e claro, a boa mesa de uma das casas do grupo Fasano que tem Isay Weinfled por trás do projeto de mais 210m2 e o foco na culinária do sul da Itália.

Se você ainda não pegou o jornal em mãos, lá contamos um pouco sobre a história da marca italiana que teve seu início 1860, sua firmação como fornecedora de instrumentos de precisão para a Marinha Real Italiana, a parceria com designer Patricia Urquiola, a vida no mar com a Panerai Classic Yatchs Challenge e claro, o relógio que tem o Brasil como foco, o Luminor 1950 3 Days GMT Automatic Acciao “Tribute to Brazil”.

Marca italiana, comida italiana, e claro, vinhos italianos. Com uma lista de nomes legais, o jantar rolou em clima descontraído, elegante, leve e sem nenhuma imprensa e câmera… apenas a minha que fotografei os pratos que vocês podem ver aqui embaixo.
Depois de ótimos papos com Paulo Cavazotti da Panerai Latam e Marcello Giusti responsável pela operação da marca em São Paulo, uma coisa é clara: são aproximações assim que fazem as pessoas criarem mais carinho por marcas. Ainda mais quando falamos de um caso como esse, cheio de tradição, calibre e curiosidades.

A Panerai tem início em 1860 com Giovanni Panerai abrindo não só a primeira loja, mas como a primeira escola de manufatura de relógios em Florença na Itália, daí o inclusão de Officine no nome. Como vocês bem sabem, curto bastante reedições e claro, as peças antigas que carregam história. Foi daí que o pessoal da marca me ofereceu a reedição do modelo Radiomir California Dial. Com início de produção em 1936 e com a segunda grande guerra prestes a estourar, a marca apresenta o relógio que tem caixa de 47mm e pulseiras largas, justamente para dar visibilidade embaixo d’água e ser facilmente adaptada ao corpo com a roupa de mergulho. Legal né? É daí que vêm a tradição da marca em ter relógios com calibres maiores.
Outra curiosidade é o mostrador chamado de California Dial, que conta com a mistura de números romanos e arábicos e claramente foi negado pela Marinha Italiana por confundir a cabeça dos mergulhadores embaixo d’água, afinal um erro por lá pode ser fatal. Com ou sem a aprovação dos militares italianos, considero um dos mostradores mais especiais e claro, divertidos.
O que falar do logo antigo da marca com o P de Panerai estilizado? Genial, não?

Queria agradecer aqui a toda equipe Panerai por ter acreditado na ideia do jornal enquanto hoje tudo é digital, mas ao mesmo tempo há a volta ao passado, a valorização do antigo, das histórias, assim como vocês, que desde 1860 prezam pela excelência na precisão dos minutos e segundos de suas máquinas para serem vistas até debaixo d’água.

Para saber mais sobre a história da marca, se liga nessa ordem cronológica dos fatores aqui e através do instagram dos caras @panerai.

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A reedição do modelo de 1936, Radiomir California Dial:

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Jantar @ Trattoria Fasano:

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Anotou? Essas são só algumas das curiosidades sobre a marca.

Fotos: @victorcollor

Nesses últimos meses eu estava maluco para lançar algo que foi surpresa até então.
Finalmente na terça, dia 4 de Agosto eu lancei o VIC&CO Post, um jornal trimestral que fala desse universo masculino tão divertido que vocês acompanham desde 2011, ano que foi ao ar o primeiro post por aqui.

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A ideia do jornal impresso é informar algumas coisas legais que permeiam esse lifestyle masculino, mostrar como aplicar e aonde achar aqui no Brasil e claro, algumas coisas lá fora. Mas a ideia é sempre mostrar o home made que tanto valorizo por aqui, mostrar que aqui também tem! Tudo sempre como uma espécie de guia, apontando sempre o “serviço” com endereços e aonde encontrar.
Legal né?

Com a ideia de ser trimestral, os jornais serão distribuídos a partir da semana que vem em alguns lugares chaves que permeiam pelo tal lifestyle como Livo, Le Jazz e Z Deli para citar alguns nomes. Em breve solto um post com a lista dos lugares aonde encontrar e pegar o seu exemplar para ler em casa.

Conteúdo? Muita das coisas que amamos! Nessa primeira edição falamos dos relógios de James Bond, um protótipo de um Porsche 356 que pertenceu a Ferry Porsche e roda pelas ruas de São Paulo, as cores do México, a mesa rústica do nosso hermano argentino Francis Mallmann, o prazeroso hábito do café moído e coado a cada manhã e aonde tomar e achar as “ferramentas”, a onda e a história por trás dos sapatos Brogue, os rolês de bike em São Paulo, a beleza elegante de Daiane Conterato e claro, as dicas certeiras da boa mesa que vocês já acompanham aqui no VIC&CO… Em suma, um apanhado de assuntos que considero em parte atemporais, o que faz o jornal poder ser lido hoje ou daqui há alguns meses, e por que não daqui há alguns anos?

Hoje com pouco mais de 4 anos de site, a ideia de ter um jornal surgiu junto com a minha “Mama Zamba” / Ana Zambon. Primeiro veio a parceria com a turma da Unilever e suas pomadas Axe Matte Effect que vocês já bem conhecem. Fui a Nova Iorque assistir ao show de Justin Timberlake, alguns guias de cidades muito legais como Madrid, Nova Iorque, Berlin e Rio. Lembram? Essa parceria foi a porta de entrada para que essa ideia e esse senho se tornassem realidade e fosse literalmente para o papel. Com tudo já estruturado, a Panerai também abraçou a ideia e se juntou a mim em uma parceria inédita no Brasil, misturando conteúdo digital com o impresso – ontem rolou jantar que vocês acompanharam pelo instagram e já já ganha post aqui no VIC&CO.
Queria agradecer aqui o carinho por terem acreditado em algo novo e claro, primeira edição, mas confesso que tudo foi feito com muito carinho e amor. Acredito que essa seja a receita do sucesso para qualquer coisa que você for fazer na vida.
Juntamos gente legal, com ideias legais e hoje você pode ler o VIC&CO Post em sua casa, com 4 edições ao ano com o crivo da Editora Carbono de Luciano Ribeiro e da Lili Carneiro.

No lançamento que rolou na Cartel 011 e rodaram mais de 300 pessoas por lá – ressaca estava boa ontem, a ideia foi a pegada urbana e recheamos as paredes da galeria com páginas do jornal como lambe lambe e a capa impressa gigante na porta. Com caixas de madeiras rústicas, eram nelas que as pessoas retiravam seus exemplares, além dos kits com as pomadas da Axe Matte Effect que cada convidado recebeu na saída.
Um salve lindo para a turma do bar de Chivas, Tanqueray N*TEN e Ketel One que não deixou a turma parada com o que estávamos chamando por lá de baldes de gim e vodka e os elegantes copos de Chivas. Isso fez com que ninguém ficasse parado ao som de P8 que fez lista especial para o lançamento. Inclusive eu estou conversando com ele para ver se criamos alguma playlist para baixar por aqui… o mood? As viagens, os festivais e as bagunças do últimos anos de parceria com Pedro Barbosa… sim, esse é nome do P8.

Aos poucos vou soltando mais novidades por aqui sobre o projeto, mas já adianto a capa digital e claro, algumas das fotos que o gente fina e talentoso Cleiby Trevisan fez da turma que só deixou o Cartel 011 às 12:30. Depois solto a galeria completa.

Antes tarde do que nunca… um agradecimento a todos que ajudaram, participaram e acreditaram…. de coração mesmo! Um beijo pra vocês com muito amor!

JORNAL_01_1_Capa

 

VICTOR COLLOR DE MELLO2

VICTOR E TEREZA COLLOR DE MELLO1 ANA LUCIA ZAMBON1 STEFAN WEITBRECHT E PAULO BASTOS CACA RIBEIRO

RICHARD COURBRAMT E LUCIANO RIBEIRO RICARDO ALMEIDA E VICTOR COLLOR DE MELLO RAPHAEL FALCI E HELO ROCHA PRISCILA BORGONOVI1 PEDRO BARBOSA MARINHO,ALBERTO HIAR E VICTOR COLLOR DE MELLO MARINHO E VICTOR COLLOR DE MELLO LUZINHA NOLETO LEONARDO DUARTE E JOANA SEPRENY JU FERRAZ JU FERRAZ E RAPHAEL FALCI FERNANDA NOBRE,LAERCIO XAVIER E BRIDE MACHADO FERNANDA GARCIA EDU ROTELLA,VICTOR COLLOR DE MELLO E LUIZ MAZZILLI EDMUNDO VALENTE,VICTOR E PAOLA VALENTE DAIANE CONTERATO E VICTOR COLLOR DE MELLO1 CHIARA RODELLO E EDUARDO BRAVIN CAIO BRAZ _CLE5227 _CLE5223

Mais uma daquelas noites intermináveis!

Fotos: Cleiby Trevisan