@victorcollor no Instagram


De rolê pelas rua de NYC na #SchutzTrip fiz essa série de fotos de Tete Feder em frente a um desses ônibus que têm a cara dos Estados Unidos, Califa, Sol na cara, … essa pegada que só a costa oeste tem! Foi dai a ideia de fazer as fotos de Tete, afinal ela tem uma pegada dessas meninas da Califa com cabelos bem loiros e soltos, olhos claros, aquele sorriso de canto de boca, tattoos e claro, o estilo que me fez lembrar aquele estilos meio cigano, meio índio americano que a Double RL tem. Lembra que falei da loja no Axe Matte Effect Tour #2 ?

Se liga nas fotos e no instagram para ver mais tete por ai > @tetefeder

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“…Califa girl in the streets of NYC…”

Fotos: @victorcollor

Ainda preciso expressar mais o meu amor que tenho por 007 aqui no VICCO. Lembro dos Laser Disc’s que meu pai tinha na época e um deles era o de “The Living Day Lights”, o primeiro filme da série com Timothy Dalton, lançado em 1987. Lembram desses discos? Tipo de um CD gigante, mais grosso e mais pesado, lembram?
Pois foi esse o primeiro filme da série… sim na época que assisti deveria ter por volta de 6 anos e já achei genial a ideia de um herói de gostos refinados, muitas mulheres, carros, viagens e todas essas coisas que enchem os olhos de qualquer menino, seja ela com 6 ou 60 anos, afinal, ser jovem está na forma de pensar, e não na carcaça que carregamos.

Para celebrar os 50 anos desde o lançamento de Goldfinger, o terceiro filme da série com Sean Connery no papel em 1964, a EON Productions se juntou com Christie’s para fazer um leilão beneficente e online. Do dia 8 ao 17 de setembro rolou o tal leilão que tiveram algumas peças bem interessantes aos amantes de James Bond.
Entre elas estavam uma miniatura de um dos meus sonhos de consumo – quando falamos em bens materiais, o Aston Martin DB5 folheado a ouro, a edição original do livro de Ian Fleming, o cartaz original que saiu no cinema na época na Inglaterra, um LP assinado pela Shirley Bassey  e uma edição dourada do livro “The James Bond Archives”, além do relógio Omega Seamaster Aqua Terra todo em ouro 18K

Para quem não sabe, a marca suíça de relógios está no pulso do agente secreto mais famoso do mundo há quase 20 anos. Tudo começou em GoldenEye, o primeiro filme com Pierce Brosnan de 1995. Quem não lembra dele usando o laser que saia do relógio para escapar do trem… ou até mesmo o gadget no game de GoldenEye para Nintendo 64?
A peça é única e foi vendida por 70mil libras esterlinas – mais ou menos 272 mil reais, a peça mais cara vendida no leilão… Simpático não?

Outras curiosidades – as datas do leilão foram exatamente os mesmos dias da Wolrd Premiere do filme lá em 1964, e a caixa do Omega tem o mesmo formato de Fort Knox, aonde Auric Goldfinger invade no fim do filme. Genial, não?

Para saber mais finos sobre o leilão,  clica aqui para ver o site da Christie’s.

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Muito amor por ouro, não?

Fotos: Reprodução

A minha ida a Nova Iorque há duas semana deu-se ao fato de ter ido fotografar a #SchutzTrip, viagem armada pela Schutz com meninas influentes nos seus círculos sociais e com seus estilos particulares.

A ideia? Uma pegada streetstyle solto na cidade quem tem muita coisa legal para fotografar, que vai desde as paredes descascadas, aos taxis amarelos e claro, a luz que Nova Iorque tem… selecionei algumas fotos legais do que foi o mood da trip. Se liga.

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10 mulheres para cada homem! rs

Fotos: @victorcollor

Na semana passada recebi um dos convites mais criativos e originais que vi nos últimos anos. Achei simplesmente genial o vídeo/convite que mistura trilhas nacionais e gringas brincando com o jogo de palavras… De quem era o convite? Só podia ser da Dj mais charmosa e querida desse país… Marina Diniz, que completara 30 aninhos de muito amor!

Antes de lá, passei no Z Deli Sanduich Shop para tomar alguns Negronis’s e acabei fazendo essa foto no luminoso que eles têm por lá com os dizeres “Hot Pastrami”. Já sabe do que é o M…
Bagunçinha na Casa 92 até altas horas era o que mandavam as palavras. Se liga…

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Cheers Marina!

Foto: @victorcollor

Lembram que falei aqui sobre a série de posts que resolvi montar como um guia de Lifestyle contando experiências que vivo nos meus rolês, fazendo uma espécie de “o que fazer em um único dia”? Falando de dicas de programas, lugares, achados e todas essas coisas que vocês também já acompanham na série Conhecendo? O último Axe Matte Effect Tour foi o do Rio de Janeiro, e hoje a ideia é falar do que fazer em um dia em Nova Iorque pensando na Reworkable Clay, pomada que modela os cabelos como nas barbearias de lá. No guia que montei no ano passado, falo um pouco dos lugares que continuam fazendo a minha cabeça e com esse aqui, a lista fica ainda mais completa. Lembram do Old NY Tour?

Fui a Nova Iorque há duas semanas e aproveitei para colher essas informações que de certa forma, têm muito valor, afinal não é qualquer guia que te manda para esses pequenos lugares que fazem toda a diferença por lá.

// 10:00h
Buvette
Comece o dia em um lugar bem aconchegante e de atendimento impecável. O Buvette, restaurante francês com filial em NYC que tem o meu querido Max Poglia por trás cuidando de vários aspectos da direção de arte da casa, desde cartazes ao menu, tem um brunch bem gostoso e sem grandes exageros como a maioria dos outros lugares.
Peça o suco de laranja fresquinho… ele vem cheio de gomos. Tem gente que não gosta, mas como curto essa pegada mais crua/raw, valeu a pedida.
Os ovos mexidos com prosciutto e parmesão é o que vai segurar as tuas caminhadas na manhã até o almoço. Mesmo morando no Brasil, um país que tem um dos melhores cafés do mundo, a cultura americana do café ainda é bem superior a nossa, portanto fique tranquilo em tomar cafés por lá. O do Buvette é ótimo!

42 Grove Street
Tel: 212-255-3590
ilovebuvette.com

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//11:45h
Fellow Barber
Caminhe algumas quadras do Buvette até a Fellow Barber, que foi a primeira barbeira que conheci em NYC com a querida Ju Pestana. Na época ainda tinha o nome de FSC e vocês leram aqui o post que falei sobre os caras.
Se o seu cabelo está grande ou a barba por fazer, passa lá para dar um “tapa” e ficar com a cara da cidade.
Não é só fazer uma simples barba ou cabelo, é a volta do lifestyle que está por trás de todo esse movimento que vem agradando muitos homens, tanto lá, quanto aqui no Brasil, muito mais em São Paulo. Exemplo disso são as barbearias Corleone e a Cavalera que vocês também já me viram por lá.
Na matéria que escrevi para a L’Officiel Homme falo dessa experiência, de um tempo só seu, o momento da toalha quente no rosto para relaxar e abrir os poros e lá em Nova Iorque ainda, a quantidade de homens estilosos é grande. Fica de olho nos bigodes, nas meias, nos cabelos e claro nas vestimentas que vão desde o tradicional paletó com colete, à barras dobradas, sapatos brogues e todas essas coisas que tenho me divertido. Até a sua namorada vai curtir o passeio, rsss.

5 Horatio St.
Tel: 212-929-3917
fellowbarber.com

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// 13:00h
House of Oldies
Desca todo o caminho que você percorreu – mais ou menos 5 quadras, passe pelo Buvette e chegue na House of Oldies na Carmine Street.
Se você tem paixão por vinil o tanto quanto eu, vai pirar nessa loja. O nome já diz tudo e o que tem lá é “oldie”, ou seja, não há tantas coisas novas, mas sim os clássicos, difíceis de achar e uma infinidade de artistas.
Desde os anos 60, Bob Abramson, junta discos ano após ano. Com o boom das fitas cassete e depois do CD – e hoje do MP3, Bob remava contra a maré e foi juntando suas preciosidades… parecia que estava prevendo essa volta no tempo, valorizando o que é antigo e clássico que vivemos nos dias de hoje.
Assim como a JJ Hat Center que falei aqui, a House of Oldies também está no livro “Discovering Vintage New York”. Inclusive foi lá que Bob veio me mostrar que fazia parte da história de NYC e me apresentou o livro… logo comprei o meu exemplar para ter essas informações preciosas embaixo do braço.

Eu me diverti por lá e comprei o disco original da época de Exile On Main Street, na minha opinião o disco mais bonito dos Rolling Stones; e um “best of” the Sam Cooke, considerado por muitos o criador do estilo Soul Music.

33 Carmine Street
Tel: 212 243 0500
houseofoldies.com

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// 13:40h
Murray’s Cheese
Minha querida Paty Borges me levou nessa loja de queijos que simplesmente pirei. Sou fã de queijos e embutidos em geral, então só de entrar e sentir o cheiro já fiquei feliz. Ainda fiquei sabendo que há pouco tempo os caras ainda curavam seus próprios queijos no subsolo da loja, e que agora mudou e está no Brooklyn. Numa próxima vou lá visitar. Além disso, a Murray’s ainda dá workshops ali mesmo de ensina técnicas de curar seu próprio queijo e outras coisas relacionada a esse mundo tão saboroso. Fica ligado no site dos caras com os horários e maiores explicações sobre os workshops aqui.
Eu me diverti e comprei alguns queijos e embutidos que infelizmente aqui não Brasil não encontramos com tanta facilidade e sabor, além de ter aquele preço legal.

254 Bleecker Street
Tel: 888 692 4339
murrayscheese.com

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// 14:30h
Minetta Tavern
Comparei bastante o espaço do Minetta com o do P.J.Clarke’s, achando que o Minetta era tudo que o P.J. queria ser, mas em pesquisas ví que data 1884 enquanto o Minetta, 1937. Acredito que com a expansão, a qualidade se foi, e hoje, o Minetta está bem a frente do P.J. quando falamos em gastronomia.
O espaço tem essa pegada Old NY com paredes em madeira, espelhos e uma infinidade de quadrinhos pendurados, tudo abraçado por uma luz quente e indireta, o que deixa o lugar bem mais aconchegante.
Voltando ao tour, saindo do Murray’s, caminhe mais algumas quadras até a esquina aonde está o famoso Minetta Tavern.
Para dar início pedi o Roasted  Bone Marrow (Tutano), que tem uma pegada parecido com o do Le Jazz aqui em São Paulo. Lembram que falei aqui e aqui? Muito saboroso e para quem gosta de tutano, vai saber do que estou falando quando ver o tamanho do osso nas fotos.
Continuando, pedi o Black Label Burger como indicação do meu querido Julio Raw do Z Deli Sanduch Shop aqui em São Paulo. Diferente dos outros burgers esse aqui é produzido com uma seleção de carnes “dry aged” (curadas) e tem sabor mais intenso do que estamos acostumados. Para se ter ideia, não há adição de queijo e acompanha cebolas caramelizadas só para dar um toque. Sensacional! Quando for a Nova Iorque, prove!

113 Macdougal St
Tel: 212 475 3850
minettatavernny.com

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//16:30h
MoMA PS1
Se você ainda não conhece a “filial” do Musem Of Modern Art em Long Island City, garanto que está perdendo um montão.
Se você curtiu o MoMA, com certeza vai curtir esse aqui também, onde há exposições dedicadas somente à arte contemporânea. Legal né?
Fica ligado nos horários porque os caras são meio chatos.:

Segunda-feira 12:00–18:00
Terça-feira Fechado
Quarta-feira Fechado
Quinta-feira 12:00–18:00
Sexta-feira 12:00–18:00
Sábado 12:00–18:00
Domingo 12:00–18:00

22-25 Jackson Ave, Long Island City
Tel: 718 784 2084
momaps1.org

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// 19:00h
Maison Premiere
Como você já está do lado de lá da ponte, aproveite e vá bater perna em Williamsburg. Pegue um Taxi ou o Metrô e siga para Bedford, berço do movimento Hipster e também da gravadora DFA Records, um dos grandes responsáveis pelo movimento.
Só de andar por aquelas bandas, já é fácil arrancar um sorriso do rosto. Gente bonita, bem vestida, mais amáveis que Manhattan e todos esses pequenos detalhes que fazem o Brooklyn ser o Brooklyn. Parece que há mais amor lá do que do outro lado da ponte… e não estou sozinho nessa opinião.

Sem dúvida um dos melhores lugares que conheço em Nova Iorque e por isso, o que tem mais fotos neste post… Maison Premiere.
Desde o ano passado fiquei encantado com esse lugar que mesmo sendo mais novo, parece que está lá desde o início do século na época da proibição. Desde a entrada discreta, aos garçons com suspensórios e bigodes enrolados, até o imenso balcão que ocupa mais da metade do espaço, tudo isso garantindo estilo e uma pegada bem interessante.
Sente no balcão e se divirta com o cardápio de ostras. Há uma infinidade de opções, sendo elas mais salgadas, mais doces, etc… mas para ajudar, há uma seleção do Chef que vale a pena. Mas antes das ostras, peça um Negroni. Não sou grande entendedor de Negroni’s mas esse dia, a quantidade chegou em 6 para cada um que estava por lá junto comigo. Ostras, Negroni’s, Ostras, Negorni’s e por ai foi até altas horas.
Não comi pratos por lá, mas dizem que são muito bons também… ou seja, vá!

298 Bedford Ave btw South 1st and Grand Street
Tel: 347 335 0446
maisonpremiere.com
Se ainda tiver forças depois dessa correria toda – os Negroni’s vão te ajudar, vá para o Output, clube sensacional ao lado do Wythe Hotel e do Brooklyn Bowl, algumas quadras dali. Falando em questões de audio/som, é o melhor lugar que já fui na vida. Não vá imaginando que é uma balada para pegação ou bater papo… erro feio. Lá o negócio é dançar e a força do som é tão grande que você fica “lutando” para falar. Ou seja, dance!

74 Wythe Av.
outputclub.com

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Acabando de escrever isso aqui com um sorriso no rosto em poder dividir isso tudo… com muito carinho. Espero que vocês gostem o tanto quanto eu.

Fotos: @victorcollor & Co.
Foto PS1 : Reprodução

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Pernocas no calor de Nova Iorque.

Foto: @victorcollor

Aos amantes de Tim Maia como eu, ontem foi dia de alegria! Saiu o primeiro trailler da cinebiografia homônima que vai estear nos cinemas no dia 30 de Outubro.
O filme conta a história de Tião Maia desde seus difíceis dias na adolescência, a ida aos Estados Unidos, a volta para correr atrás do prejuízo – Erasmo e Roberto já surfando a onda do sucesso, a relação com o livro Universo em Desencanto e claro, o sucesso que faz até hoje, mesmo tendo nos deixado em 1998, aos 55 anos.

No papel de Tim? Babu Santana e Robson Nunes, que já interpretou Tim no especial “Por Toda Minha Vida” da Globo. A direção? Mauro Lima, o mesmo que dirigiu “Meu Nome não É Johnny”, que inclusive conseguiu passar uma bela imagem do que eram as baguncinhas dos anos 80 na Cidade Maravilhosa.

Para quem já leu o livro de Nelson Motta, Vale Tudo – O Som e a fúria de Tim Maia, biografia fantástica sobre Tim e de onde o filme tira suas bases,  “TIM MAIA” deve mostrar bem, desta vez em imagens e não em textos, o som e a fúria do que foi um dos maiores cantores e compositores que o Brasil já teve e o nosso eterno sindico.

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Clica aqui para comprar o livro de Nelson Motta para você ler antes de sair o filme. Vale muito a pena e cria-se mais amor por Tim.

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“Até dia 30 de Outubro Tim”

Imagens: Reprodução