@victorcollor no Instagram


Como vocês leram no último post, na terça-feira, 2 de dezembro de 2014 embarquei em uma viagem fotográfica pela India.
Com mais de 24 horas em trânsito, contando mais ou menos 14 horas até Abu Dhabi, mais umas 5 até Bengaluru, já no sul da India, para então pegar mais mais uma conexão para Calcutá – sim de onde vem a Madre Teresa de Calcutá, cidade aonde começou o que estou chamando de Experiência India.

A primeira impressão no país de Gandhi foram os Taxis Ambassadors em amarelo. Já na saída do terminal no aeroporto muito bem cuidado por sinal, a fila de taxi misturada à arquitetura já me encantou. Mais tarde eram as infinitas buzinas e o caos no trânsito cheio dos tais taxis. Eles logo se tornaram a mira para muitos dos meus clicks como vocês já viram no meu instagram @victorcollor e por fim, esses clicks se tornaram uma série que dei o nome de CalcuTaxi que está logo aqui abaixo.

Depois de Calcutá, cheguei em Nagaland, região no extremo leste indiano com o intuito de conhecer e fotografar as minorias étnicas que vivem nessa região remota da India que faz fronteira com Bangladesh, Butão e Burma. Em breve vocês vão ver mais algumas fotos aqui no VICCO.
Enquanto isso tomo meu café da manhã com o termômetro batendo 6 graus e minhas mãos geladas em um hotel/camping em Kohima, cidade em Nagaland onde acontece o festival Hornbill, em que todas as tribos da região vêm para se apresentar por 10 dias, do dia 1 ao 10 de dezembro.

Aqui estão os taxis e em breve vocês verão mais algumas fotos e relatos dos meus próximos passos por aqui. Por enquanto, acompanhe tudo pelo instagram que está sendo recheado a cada conexão estabelecida com a tal da “internê”.

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Cheers from India!

Fotos: @victorcollor

É turma… quando falei no último post sobre fechar o ano com chave de ouro com a exposição Old Boys na Cartel011 em parceria com a Axe Matte Effect, não estava falando a toa.

Hoje embarco em mais uma dessas viagens para o meio do nada, em busca do novo, do inexplorado. Lembram que em 2012 eu fui a Etiópia fotografar as tribos e ter contato com os africanos que são considerados os mais belos do continente? E no ano passado que fui até o outro lado do mundo fotografar tribos na Papua Nova Guiné – que até então era um país que conquistara no tabuleiro dos jogos de War.

Pois é… esse ano a coisa vai para o lado de lá também. Estou indo para a Índia, mas não ache que estou falando do roteiro tradicional. Se não me engano fui ao país de cores e cheiros em 2006, ainda menino e sem câmera na mão. Nessa viagem conheci Agra aonde está o Taj Mahal, Jaipur, Jodpur, Deli, Mumbai, enfim, os lugares mais tradicionais dos roteiros que vemos por ai. Dessa vez a coisa muda e vou ao extremo leste da Índia, quase na fronteira com Bangladesh fotografar os povos de Nagaland entre vários outros lugares que vocês irão acompanhar tanto por aqui, entre eles um deserto de sal – quando houver conexão, quanto através do meu instagram que como de costume, fica recheado em qualquer viagem que faço.

Espero que gostem e deixo aqui as minhas desculpas pela falta de periodicidade nas postagens nesse último mês de 2014.
Além disso, queria muito agradecer cada um de vocês que entram aqui e se interessam pelas minhas barbaridades! É um prazer estar junto todos os dias e tentar passar um pouco adiante o que acho legal e tem a ver com o universo masculino ainda tão pouco explorado aqui no Brasil! Cheers 2015!

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Amor pela Ásia!

Imagens: Reprodução

Difícil expressar a minha felicidade com a exposição Old Boys que abri na última quinta-feira em parceria com a Axe Matte Effect na Cartel011 aqui em São Paulo. Já tem um tempo que vocês entram aqui e se deparam com esse banner bonitão aí em cima. Pois é… a expo é uma derivação de todo esse trabalho que fizemos juntos durante todo o ano, que teve início lá em NYC, quando passei meu aniversário no show do Justin Timberlake, passando pelos guias de cidades muito legais como o de Nova Iorque que vocês leram aqui, e hoje, fechando o ano com o cabelo penteado e chave de ouro com a exposição Old Boys. Que venha 2015!

Deixo claro aqui o amor e carinho que depositei em cada detalhe da exposição… desde o texto com essa pegada que vocês sempre lêem por aqui, passando pelos convites, feitos um a um e indo até a impressão das fotos em papel de algodão no estúdio da Kelly Polato, o que fez deixar a textura ainda mais especial.
Na última quinta-feira, com o deadline das 7pm, horário marcado para a abertura da exposição, passei parte da tarde alinhando os últimos e pequenos detalhes – que fazem toda a diferença, para só conseguir chegar (atrasado) perto das 8pm. Ansiedade lá em cima, mas a hora que cheguei, a primeira Heineken que tomei já me acalmou e corri para o abraço! Uma mistura muito legal de pessoas que realmente gostam de mim e me apoiaram desde que me conhecem – pessoas de verdade!
Foi isso que senti no abraço e no elogio de cada um, falando dos detalhes nas fotos, qual mais gostou, a luz de cinema, enfim… palavras que estão guardadas aqui comigo e saberei exatamente quando retribuir com muito carinho.
Queria agradecer a todos que foram, que acompanharam o processo, e claro, quem realmente acreditou e esteve comigo na ideia e no amor. Em especial a Axe Matte Effect pela incrível parceria – sem palavras para agradecer mas com a certeza de que nada disso seria possível sem vocês – e não estou falando somente da exposição, mas também da minha felicidade;  à turma que mantenho enorme carinho e admiração da Equipe da Zambon Inc. como a própria Ana Zambon, a Fê e Kássia que fizeram a coisa andar e acontecer, e claro, aos meus parceiros/fotografados – Gabriel Wickbold, Pedrinho Braun, Felipe Lombardi, Stefano Carta, Fabinho Meneghini, Ivan Arcuschin, Pedro Rosman, Fred lessa, Sarrafo e Pedrinho Almeida.

Ainda no dia da exposição, consegui quase que duplicar a quantidade de gente esperada, afinal certas coisas não estão 100% em nossas mãos, e o que era para ter ido até meia noite, segurou a turma até 1am com muito Negroni, Gin&Tonic e Heineken estupidamente gelada!
Obrigado aqui a turma da Cartel011 que manteve tudo com o padrão de qualidade de sempre, em especial ao carinho e a atenção do querido Fernando Sapuppo que deixou tudo nos trinques e sem erros.

Antes tarde do que nunca, não poderia deixar de agradecer a toda equipe de produção das fotos. Minha amada Amanda Gomes pela parceria – que venham muito anos de trabalho e mais amor, ao querido e mega talentoso Michael Vendola por ter entendido cada palavra que falava e mostrou criações incríveis no styling, ao grooming de um dos cars mais legais que já conheci na área, Flavio Lacerda, o apoio e atenção do meu querido amigo Guilherme Curi na iluminação, e claro ao genial Lucas Rosa, que cuidou da manipulação e retoque dos pequenos detalhes em cada uma das fotos.
Saindo das fotos e indo para o vídeo da campanha, foi com o querido Thiago Dias que dirigi o meu primeiro fashion film… Thi, você é 10!
Obrigado mesmo! Esse projeto é de vocês, afinal sem o trabalho conjunto, nunca chegaríamos a esse ponto!

Se eu esqueci de alguém, é aqui que vocês entram e claro, o amor não é menor por ter deixado de mencionar.
Obrigado mais uma vez a todos que fizeram isso tudo acontecer e fazer do fim do meu ano, ainda mais iluminado!

 

E falando de Axe Matte Effect… Quer saber aonde comprar esses produtos que vão deixar teu cabelo com o meu estilo e o dessa turma que estão nas fotos? Então clica AQUI para entrar no e-comerce do Sergio K, revendedor oficial das pomadas mais legais do mercado. Cheers!

Abaixo algumas fotos da expo que fica até dia 11 de Dezembro … está aqui o convite para ver de perto esse trabalho feito com tanta dedicação.

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Rua Arthur de Azevedo, 517, Pinheiros

PASSA LÁ!

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Sente só o clima!!!

Imagens: Reprodução

Na semana passada vocês me viram aqui falando do filme Viagem a Darjeeling do genial Wes Anderson.
Quem me acompanhou pelo instagram no fim de semana, viu que dei algumas voltas pelas praias paulistas que teve início na Ilha Bela, passando pela Baleia, indo até o Guarujá via Bertioga, voltando para Barra do Sahy para fotografar ScarfMe e estendendo um pouco até Boracéia, na aldeia indígena do Rio Silveira… Que feriado!

Como o fim de semana foi de muita água, logo quando cheguei em casa dei o play em A Vida Marinha com Steve Zissou que está na AppleTV e tem nota 7.3 no IMDB – lembram que falei do App aqui?

Da mesma forma de Viagem a Darjeeling e com vários atores em comum, o filme tem a mesma pegada non sense muito engraçada e cheia de cores, inclusive essa pegada foi vista recentemente nos cinemas no seu último longa – Hotel Budapeste.
No que se já pode se considerado um clássico, Wes Anderson explora a vida no mar com o hilário Team Zissou comandado por Bill Murray (Steve) a bordo de roupas que mais se parecem pijamas, um estranho gorro vermelho, Adidas nos pés com o nome Zissou e a busca de vingança contra um tubarão. Genial não?

Cada take é uma foto. Se liga nos pequenos detalhes, em sua maioria non sense, e se divirta a cada cena. Na minha opinião, parece que toda o Team Zissou está sob efeito de THC, o que deixa toda a coisa ainda mais engraçada.

Um ponto alto com certeza é a interpretação de Bill Murray e claro, a trilha que mistura Bowie com o nosso Seu Jorge. Sim, a trilha inteira do filme tem Seu Jorge cantando obras de Bowie em português, traduzidas pela sonoridade e não ao pé da letra. Inclusive o soundtrack no filme é fácil de encontrar, mas infelizmente não está no Itunes. Só buscar que você acha… Seu Jorge cantando Bowie é uma das coisas mais divertidas e bonitas ao mesmo tempo!

Clica aqui para ouvir o disco completo  de Seru Jorge cantando Bowie em The Life Aquatic / Studio Sessions feat. Seu Jorge

Bom filme!

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Quando crescer quero ser Zissou!

Imagens: Reprodução

Quem me acompanha pelo instagram e pela #CircuitoPininfarina, já têm uma ideia dos lugares que tenho achado na região da Faria Lima, próximo a Rua Fiandeiras, endereço aonde será erguido o Cyrela By Pininfarina, o edifício residencial que a Cyrela está dando de presente para São Paulo.
No primeiro Guia do Bairro que vocês leram aqui, conheci o Brodo, restaurante que tem um ravioli de picadinho fantástico e foi uma das grandes surpresas que tive em São Paulo em 2014; e viram também o trabalho do artista plástico Alê Jordão em seu estúdio cheio de luzes, neons e ideias.

No segundo Guia de Bairro vou explorar um pouco mais o clássico, afinal a Pininfarina é, e sempre será um clássico quando olhamos o trabalho que o estúdio de design italiano fez por mais de seis décadas com a Ferrari e seus modelos mais icônicos.

// EMPORIO RAVIOLI

Tradicional restaurante italiano da região que tem pratos clássicos do mesmo país onde a família Farina – e hoje Pininfarina, se estabeleceu.
Na entrada já dá para ter ideia do que vem pela frente quando sentamos à mesa. A casa com ares antigos e vegetação solta e mais selvagem cobrindo parte da fachada nos faz lembrar as pequenas casas do interior da Itália e aquele ar charmoso que tanto nos encanta no velho mundo.
Por dentro a ideia segue a mesma linha. Um grande salão cheio de mesas é decorado por inúmeras garrafas de vinhos antigos com velas derretidas nas pontas. Em conversa com amigos e pessoas que já conheciam o lugar, diz que aquela é a decorarção “desde sempre”. Acho demais essa ideia de fazer uma decoração e deixar o tempo dar cada vez mais identidade ao espaço.

Para dar início pedi um Suco de Tomate bem Temperado que estava bem feito, porém sem grandes encantos, mas como estava quente do lado de fora, valeu a pedida.
Aceite o couvert e se divirta com os pães e torradinhas com manteiga derretida… é de comer sem parar. Se a fome for pouca, recuse, pois é impossível comer uma só.

Carpaccio Caprese
Tradicional prato italiano com finas fatias de carne crua mas nessa versão acompanhando de um saldão cheio de tomate e mussarela de búfala.
Como lá é um desses restaurantes clássicos italianos, não se engane. As porções são muito bem servidas e foi essa a surpresa. O que era entrada, facilmente dava para ter sido um prato principal.
Saborosa e leve, mas também sem grandes novidades e surpresas. Adicione o azeite que está ali do lado na mesa e peça a pimenta do reino para finalizar.

Ravioli de Ossobuco
Quando li no cardápio, jurei que seria um ravioli recheado de tutano, mas na verdade era uma mistura de tutano com a carne que envolve o osso, seja ele da canela ou da paleta. Infelizmente não era, mas mesmo assim apostei na pedida.
Bem apresentados, verdes e servido com o próprio molho do assado, o ravioli chega al dente e cheio de sabor.
Nessa caso por exemplo, a porção é menor e serve uma pessoa tranquilamente.

Um amigo que estava na mesa pediu uma salada verde de entrada que estava bem apresentada, leve e com bastante mix de folhas. Na sequência, pediu um Filé a Parmigiana que vem extremamente bem servido – segundo o maitre, era uma porção para uma só pessoa.
Muito saboroso, o filé chega ainda com a casquinha frita bem crocante e o queijo tostadinho nas extremidades do prato. Gosto mas não sou grande fã desse prato, mas confesso que gostei muito desse.

Ou seja, cuidado sempre com os pratos, alguns vêm bastante, outros vêm menos. Vale conversar e tentar arrancar o máximo de informação da pessoa que irá te ajudar a escolher os pratos. Converse sempre… essa é uma dica que dou para qualquer um nesses rolês de restaurante e bares. Com certeza essas pessoas vão te encher de informações, muitas vezes até com coisas muito legais para levar para a vida.

Rua Fidêncio Ramos, 18, Vila Olimpia
Tel: 11 3849.2943
emporioravioli.com.br

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// BARBEARIA CORLEONE

Algumas quadras dali, já mais para os lados do Itaim, está a mais nova barbearia de São Paulo. Aberta há 4 meses, Bruno Van Enck, o nome por trás da Corleone, recebe seus clientes com muito carinho e atenção oferecendo serviço de barba, cabelo e bigode a serem feitos pela sua equipe de barbeiros. Além disso, o primeiro chope por lá é por conta da casa, ou seja, se for mais no fim do dia, ou melhor, mais para o fim da semana, já ajuda a começar os embalos da noitada.

O estilo segue as tradicionais barbearias de Nova Iorque com aquele ar dos anos 50. Paredes com tijolos aparentes, pôsteres, anúncios e cartazes antigos dão o toque vintage que tem feito muito a cabeça dos homens legais dos dias de hoje.
Se não conhece, vá lá para ter a experiência de ser barbeado e ter um belo corte de cabelo seguindo o estilo dos anos 50. Muito se fala em fazer barba em casa ou em barbearia. Acho que o objetivo é o mesmo mas não dá para comparar. A ideia de ter o ritual da hidratação do rosto,  a toalha quente para abrir os poros e a navalha fazendo o serviço é simplesmente genial! Vá lá, você não vai se arrepender de ter esse tempo só seu e o melhor, cuidar de você mesmo.

Rua Renato Paes de Barros, 390 (esquina com a Jesuíno Arruda)
Tel: 11 2538 8009
barbeariacorleone.com.br
Instagram: @barbeariacorleone

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// STILOART

A pé, caminhe mais algumas quadras e chegue a StiloArt, uma loja que só vai quem conhece e sabe do que se trata, ou seja, a dica aqui é boa. Escondida na rua Emanuel Kant, próximo ao Santo Grão e Ritz, a loja de Paulinho, Celcinho e o filho Fabinho – como são carinhosamente chamados pelos seus clientes/amigos, tem uma seleção de coisas muito legais – e mais legal ainda, peças vintage.
Lá você vai encontrar uma infinidade dessas peças que ganharam história ao longo dos anos . Por exemplo eu já achei por lá um Rolex 1967 – sim, os antigos têm muito mais valor do que os atuais/modernos, além dos modelos mais novos de outras marcas também muito legais como IWC, Panerai, Heuer, entre outras tão grandes quanto. Lá também há edições especiais de isqueiros em ouro e prata da Cartier, Dupont e Davidoff, canetas antigas Montblanc e todas essas coisas que fascinaram nossos pais nos tempos áureos, e hoje por sua vez acabam me fascinando também. Misturado a tudo isso há também cinzeiros antigos, faqueiros, bengalas, cortador de charuto, relógios antigos de bolso… é quase uma curadoria e seleção de peças de alta qualidade que você encontra em feirinhas e antiquários. Enfim, um infinidade de objetos incríveis – com o forte em relógios, que você vai entender melhor quando ver as fotos aqui embaixo.

Rua Emanuel Kant, 155, Itaim
Tel: 11 3167.3422

Facebook: StiloArt
Instagram: @stiloart

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Acompanhe tudo pela Hashtag #CyrelaByPininfarina e #CircuitoPininfarina

Fotos: @victorcollor

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Paris como nunca antes vista…

Fotos: @victorcollor

Como é bom trabalhar com uma coisa tão legal como é o universo do automobilismo. É justamente isso que estou sentindo com essa relação com o Cyrela by Pininfarina na região da Faria Lima aqui em São Paulo.

Vocês viram aqui as fotos que fiz de pessoas bem legais com os modelos mais icônicos da Ferrari no evento que fizemos para mostrar o quão legal é o novo empreendimento da construtora que tem se mostrado cada vez mais inovadora e ligada às mudanças que São Paulo precisa. Um prédio desenhado pela Pininfarina é algo tão especial quanto os modelos icônicos da montadora italiana desenhados pelo estúdio de design, também italiano… ainda mais quando lembramos do que Sergio Pininfarina dizia: “meu sonho como designer é criar uma beleza sem tempo”.

Um dos programas que fiz e achei genial foi a visita à garagem do Neto, um dos embaixadores do projeto #CircuitoPininfarina, o qual sou o curador, envolvendo fotos, eventos e claro, as dicas que vocês viram aqui no Guia de Bairro#1, mostrando o que a região em torno do empreendimento tem de mais especial.
A ideia era ter uma tarde de bate papo sobre esse universo do automobilismo ao lado de modelos como Dino, Daytona e muitos outros, além de fotografar cada detalhe. A primeira coisa que qualquer pessoa iria fazer seria fotografar os modelos como um todo. Aproveitei os pequenos detalhes que fazem toda diferença e cliquei sem parar. É nítida a relação dos carros com o Cyrela by Pininfarina. As entradas e saídas de ar, os detalhes de maçaneta, o vidro arredondado da Dino, … é infinita a quantidade de elementos que lembram os detalhes da fachada, das varandas e claro, a entrada da garagem e de pedestres da edifício que vai juntar uma turma muito cool em São Paulo.

O que mais me impressionou foram as saídas de ar na traseira do modelo Daytona com linhas que faz alusão ao logo do empreendimento e claro, às curvas das varandas quando olhamos de baixo pra cima. Se liga nas fotos e clica aqui para relembrar a fachada.

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Em bate papo com o Neto, perguntei sobre a sua impressão quando soube que Cyrela tinha se juntado com o estúdio que desenhou as suas belezinhas. Ele se disse impressionado com o presente que a Cyrela está dando para São Paulo e claro, a importância de trazer mais a Pininfarina não só para o universo dos lindos modelos de quatro rodas, mas sim, em ter a experiência de morar em uma “obra de arte” que é o Cyrela by Pininfarina.
Ou seja, quanto mais Pininfarina,  melhor!

Se liga nas fotos e nos pequenos detalhes que fazem toda a diferença. Para entender mais sobre o projeto e ver o vídeo que está no ar, clica aqui:

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Que delícia ver de perto esses pequenos detalhes! Para ficar por dentro de todo o projeto e ideia dos caras, clica AQUI.

Fotos: @victorcollor