@victorcollor no Instagram


E com a pegada que venho falando de Old NY, peças étnicas e todas essas pequenas coisas que estão em torno do lifestyle que levo, não poderia deixar de dividir isso aqui com vocês.

Depois de anos segurando a antiga TV de tubo, comecei 2014 em alta definição. Sim, até então não tinha essas modernidades: plasma, apple TV, HD, …
Finalmente eu e o Netflix somos melhores amigos e estou aproveitando para rever e assistir filmes clássicos que ainda não tinha tido a oportunidade de assistir.
A pegada Old NY e as coisas étnicas que citei acima? O que quero falar aqui é da trilogia dos filmes de Sergio Leone: Por um punhado de Dollares, Por uns Dollares a Mais e The Good The Bad and The Ugly, de 1964, 65 e 66 respectivamente.

Acho que todo menino, leia-se homem, deveria assistir a essa trilogia que conta histórias de caçadores de recompensa no velho oeste americano e o mais importante deles, Clint Eastwood bem jovem e cheio de estilo com ponchos, chapéu e botas incríveis. Já tinha assistido pequenas partes de cada um deles, mas nunca tinha parado para assistir e prestar atenção em todos eles em conjunto.
Conhecido também como Trilogia do Homem sem Nome ou Trilogia dos Dólares, os filmes somente têm em comum a fotografia, Clint Eastwood e Bang Bang, pois a história de um não tem nada a ver com os outros, inclusive aparecem mesmos atores interpretando diferentes personagens.

Tudo que você já viu de festa temática, velho oeste, filmes novos que tenham essa pegada e qualquer coisa relacionada ao tema” Cowboy americano”, com certeza todas essas coisas beberam na fonte do diretor Sergio Leone que por sua vez foi até o oriente beber na fonte de Akira Kurosawa.
A fotografia solitária dos desertos da região que divide os Estados Unidos do México combinam perfeitamente com as trilhas produzidas por Ennio Morricone e dão suspense às cenas de duelos entre caçadores de recompensa. As roupas são demais, com couro gasto, materiais de montaria, os cintos de revólver cheio de balas, as casas, charretes… tudo está relacionado! A pegada do estilo Old NY com essas peças e detalhes das casas, a pegada étnica também está presente com herança dos índios americanos que habitavam a região e claro, essa coisa masculina que nós homens nos divertimos ver, como uma bota entrando em cena em um duelo, um chapéu sendo bem colocado e com estilo, um fósforo sendo riscado na parede para acender um charuto encaixado na lateral da boca, enfim, são esses pequenos detalhes que tornam Clint Eastwood a trilogia de Leone em clássicos!

Assistam e não vão se arrepender.

Para quem não sabe, foi na fonte de Sergio Leone que Quentin Tarantino bebeu e assumiu ter bebido para fazer Django, que também tem essa pegada “Western” adicionado às suas pitadas modernas. Outra coisa… falei mais acima sobre a fonte que Leone foi beber em Akira Kurosawa, um dos diretores japoneses mais importantes e respeitados da história, certo? Pois também foi nessa fonte que Tarantino foi beber para fazer Kill Bill… ou seja, volto a dizer  que está tudo relacionado e  que Tarantino é um grande liquidificador em que mistura várias referências muito boas e o suco que sai é de alto sabor e alta criatividade na mistura das “cores”. É genial? Sim, ele também é!

Tem que assistir!

Imagens: Reprodução

E na semana passada fotografei Alexia Dechamps mais uma vez (clica AQUI para ver Rio 50 Graus) e tivemos como ideia fazer uma coisa assim meio cinema francês, um cigarro queimando, um certo drama no ar.
Achei demais a foto com o perfil de Alexia, o cabelo levemente bagunçado, mão bem colocada e o cigarro queimando com uma fumaça magrinha. E para dar mais realidade à foto, há um pouco de cinza do cigarro caindo.

“A feiúra é superior à beleza, porque dura para sempre” Serge Gainsbourg

O que é belo?

Foto: @victorcollor

 

Já falei em posts antigos, inclusive no que falo sobre “Maria vai com as outras“, que iria falar um pouco da Nova Iorque com lugares que me encantam, saindo da rotina que a maioria das pessoas fazem.
Vamos lá! Primeiro umas aspas do que penso sobre Nova Iorque… a maioria dos brasileiros que curtem a cidade, curtem de uma forma que eu particularmente não acho a mais legal pois acabam sempre caindo nas mesmas coisas… Central Park, Uptown, Times Square, “negação” ao Brooklyn, Sex and the City, 5th Av, só Nelo,  só Cipriani, etc.
Essas coisas são legais? Sim são, são bem legais e há muito o que explorar lá pra cima, mas há uma Nova Iorque que é bem mais legal e menos Fancy, chamada por muitos de Old NY, que na minha opinião é o que realmente vale a pena conhecer, indo em lugares aonde novaiorquinos vão e não é aquele zun zun zun de turista como no Times Square por exemplo.
Compras em Nova Iorque é legal? Sim é muito legal, mas mais legal ainda é aproveitar as lojas com produtos mais exclusivos, coisas mais selecionadas, as vezes até feitas a mão e de difícil acesso… um jeans feito no Brooklyn, ou peças de couro feito por um artesão X em qualquer outro lugar. Menos marca e mais produto. Me entende?As dicas que vou te falar aqui tem mais essa pegada de Nova Iorque de verdade, uma pegada meio “Gangues de Nova Iorque”, uma cidade nostálgica que por uma visão macro, é de onde vem toda essa volta do culto às barbearias e do grooming masculino e claro, o cultivo da boa barba e bigode e de homem se cuidar sem que amigos ou conhecidos venham falar abobrinha dizendo que se cuida de mais, vaidoso, etc…

A lista que passo pra vocês agora tem toda essa pegada. Tem de tudo um pouco, mas todos eles têm uma “conversa” entre si em relação a estilo, fotografia, ambiente… Se não conseguir ir para comer, comprar ou beber devido ao tempo e outras escolhas que sempre aparecem no meio do caminho, afinal é difícil não aparecer algo legal em NYC, vá nem que seja para conhecer e ver de perto, tomar uma bela cerveja artesanal ou até mesmo um café para entender.

Há uma infinidade de lugares legais para serem descobertos em NYC que têm essa pegada, mas esses conheci e vi de perto e sim, são realmente muito legais!
Na próxima ida a NYC, desbravo mais e mais…
// COMER:

1. Freemans
- Freemans Alley
Lugar muito cool com iluminação baixa no fim de um beco chamado Freeman Alley na Rivington entre a Bowery e a Chrystie.
Tem que ir!
Comida e bebida boa, seja para um brunch, almoço ou jantar. Fica ligado nos animais empalhados nas paredes, luz baixa, balcão… tudo tem pequenos detalhes.
Ahhh e não deixe de pegar fósforos na saída para ficar de recordação…
www.freemansrestaurant.com

 

2. The Fat Radish
- 17 Orchard Street
Lugar mais novo, mas com pegada Old School. Paredes com tijolos aparentes e toda esse esquema industrial que os lugares em Nova Iorque gostam de ter. Lâmpadas de estilo Edwin, comida de pegada raw e muito boa. O burger é sensacional!
www.thefatradishnyc.com

 

3. The Corner Bistro
- 331 W 4th St (na esquina da Jane Street com West 4TH)
Hambúrguer dos bons em um lugar todo em madeira, escuro e aparentemente sujo. Cheio de gente tomando e comendo, apertado, mesinhas pequenas, e burgers saindo sem parar…
Os burgers chegam em pratos de plástico… super simples, mas foi um dos melhores que já comi. Dependendo da fome dá para comer dois.
www.victorcollor.com.br/conhecendo-nyc/conhecendo-corner-bistro-nyc

 

// BEBER

4. The Leadbelly
- 14 B Orchard Street
É o bar em frente ao The Fat Radish que segue a mesma pegada, só que há mais detalhes de praia, afinal é um oyster bar com redes de pesca, detalhes nas paredes, …
Lugar também super cool com música alta, bebida boa, ostras e Dj tocando em vinil como antigamente. Também segue a mesma linha do “irmão” The Fat Radish com paredes em tijolo descascado, luz baixa, lâmpadas de estilo Edwin…
www.theleadbellynyc.com

 

5. Maison Premiere
- 298 Bedford Ave btw South 1st and Grand Street
Um dos bares mais legais que já fui na minha vida. Esse sim tem uma pegada muito gansgter dos anos 20.
Tem muito a pegada da série Boardwalk Empire com garçons e garçonetes vestidos a caráter de época sem ser caricato, afinal estamos no Brooklyn, e com drinks e ostras fenomenais.
O chope da casa também é muito bom e vem em um copo que na verdade é uma vasilha parecida com essas de azeitona, sabe? Com o lugar para rosquear a tampa.
Se está do outro lado da ponte, não deixe de ir, é simplesmente genial!
O lugar fica perto da estação do metrô em Williamsburg no Brooklyn (Linha L – cinza)
www.maisonpremiere.com

 

6. The Backroom Bar
- 102 Norfolk Street
Um bar que foi aberto durante a proibição de álcool nos anos 20 e está em funcionamento até hoje. A decoração também é de chorar. Madeiras por todo lado, luz baixa, mesas com sofás chesterfield, posters antigos,… também com uma pegada Boardwalk Empire (sabe do que atou falando né? A série americana que conta a história dos gansgters nos anos 20… se não conhece, dá um google que você vai entender bem).
Nesse bar há uma curiosidade. Como na época da proibição a polícia poderia bater lá a qualquer momento, as bebidas eram servidas em xícaras como se estivessem tomando chá. Sim… um gin tônica é servido em xícara por exemplo, Legal né? Além disso a cerveja é embrulhada em um papel pardo, tipo de pão. O lugar e toda a ideia são demais, a curiosidade encanta, mas se for, tem que ir numa galerinha para ficar batendo papo e chegar cedo para sentar.
É divertdo!
www.backroomnyc.com/the-backroom-bar

 

8. Aphoteke
- 9 Doyers Street
O nome em alemão significa farmácia, então já se imagina o que vem por ai falando de estilo.
O lugar também segue bem esse estilo Old NY com sofás com pegada da década de 20, papel de parede, lustres com lâmpadas estilo edwin… É lindo!
www.apothekenyc.com

 

// BARBEARIAS

8. BarberShop – La Casa de los Peluqueros
- 10 Rivington Street
É na entrada no beco do Freemans. Na última vez que fui a NYC, foi lá que cortei o cabelo e fiz a barba e achei interessante. Por ser nova, os móveis são novos e tal, mas mantendo a pegada old school.
Eles eram a antiga FSC Barber (Freemans Sporting Club), mas mudaram de nome recentemente por motivos que pelo o que entendi, ser brigas entre sócios. FSC também é uma loja que vende coisas para nós homens com peças MUITO LEGAIS… está na lista de compras mais abaixo.

 

9. Tommy Guns / Ludlow Blunt
- 138 Ludlow Street, NY
Pelo que pesquisei, recentemente essa também mudou de nome de Tommy Guns para Ludlow Blunt… antes havia uma em Londres e os caras se separaram por que os do lado de lá não estavam comunicando a marca da forma certa (no site eles explicam)… portanto eles estão no Brooklyn e também em NY na 138 Ludlow Street.
É considerada por muitos a melhor delas e por sua vez uma das mais caras, mas acho que vale a visita. Conheci quando já tinha cortado o cabelo e a barba, então não usei seus serviços… vai ficar para a próxima vez.
Cominhando pelo Brooklyn conheci a do “lado de lá da ponte”… entrei para fotografar e logo fui barrado. Tem toda uma decoração de barbearia bem antiga. Achei a mais refinada nesses pequenos detalhes… desde o logo, às cadeiras, móveis, tudo muito old School.
http://ludlowblunt.com

 

10. Fellow Barber
- 5 Horatio St / New York, NY
Escrevendo este post e vendo e pesquisando aqui e ali, ví que a Fellow Barber é a antiga F.S.C que falei no post Conhecendo : F.S.C. Conheci as duas, a do Brooklyn e da HOratio Street, ambas muito legais. A da Horatio é menor e mais corrida por estar em Manhattan. Já a do Brooklyn é mais bonita e tem menos cara de “Sweeney Todd” por que tem uma clara boja no centro que deixa tudo mais iluminado e leve. Vale chegar mais para o meio/fim da tarde para pegar essa luz depois de bater perna pela Bedford Street e visitar lojas com essas peças mais exclusivas e lojas de discos de vinil.

Na época fiz o post das duas quando ainda eram F.S.C… cliva AQUI para ler e ver mais fotos.

www.fellowbarber.com

 

11. Blind Barber
-  339 E 10th St, New York
Nunca fui mas já tive curiosidade de ir… quando voltar a NYC será ela depois da Tommy Guns.
http://blindbarber.com

 

// COMPRAS

12. Double RL (somente pronuncia Double R)
- 31 Prince Street ou 383 Bleecker Street
Essa é a loja mais f*** que conheci na última vez que fui a NYC e que tem essa pegada Old NY. Lembro de quando fui a primeira vez pra lá e minha mãe entrou para ver alguma coisa ou outra, afinal ela ama essas coisas étnicas, índio americano, etc.
A loja fica no Soho e pertence a Ralph Lauren. São peças exclusivas e é bem cara. Lá você vai encontrar relógios vintages, óculos também, junto às peças da nova coleção que seguem com essa pegada vintage sendo que muitas feitas nos dias de hoje. Mas as peças não só tem cara… de fato parecem que foram usadas por índios e estão lá a venda com os processos de lavagem e envelhecimentos do tecido.
Há o culto ao couro, costuras e esses pequenos detalhes que fazem a diferença no vestuário masculino.
Essa também é uma loja que não se pode fotografar. Vale muito a visita… não deixe de ir!
Entrando no site dos caras você vai entender bem… se liga aqui:
www.ralphlauren.com/shop/index

 

13. FSC - Freemans Sporting Club
- 8 Rivington St, New York
Loja também super cool com produtos exclusivos e feitos em menor escala. Vale a visita também e ver de perto os sapatos ingleses que são demais… broques, oxfords, ….
shop.freemanssportingclub.com

 

14. Le Labo
- 233 Elizabeth St, New York
Laboratório de fragrâncias simplesmente genial! Lugar completamente industrial e super cool.
Os caras fazem perfumes e fragrâncias sob medida pra você. Escolhe os cheiros que você gosta e a partir dai é gerado uma espécie de número de série e sempre que você for lá, faça seu pedido pelo número e eles já sabem exatamente qual o cheiro, afinal está tudo cadastrado.
O conceito é demais e surgiu como uma uma crítica aos perfumes das grandes marcas que através das campanhas tentam mostrar que é único, sendo que há centenas de pessoas com o mesmo cheiro mundo a fora. Legal a ideia né? Coisas que só sobrevivem em NYC!
Além dos aromas, as embalagens são demais. Parece frasquinhos de remédios antigos, sabe? Bem no estilo que vemos também nas garrafas do gin Hendirck’s.
www.lelabofragrances.com

// DICAS BOBAS:

Em todos esses lugares, aproveite para conhecer o banheiro de cada um deles. Eles que em sua maioria são esquecidos aqui no Brasil, lá eles dão valor com detalhes interessantes, iluminação, as pias e até mesmo as descargas. São geniais!

Nas barbeiras fica ligado nos produtos que eles vendem… muda radicalmente de uma para outra. Desde pomadas a leave in, cremes para pele, anti irritação de pelos até lâminas, sabão, etc.

Entre em todos os sites que passei… são todos um boa referência e conseguem passar o lifestyle de cada um dos lugares.

No site da Time Out de lá, achei um Top 10 de barberias da TimeOut para tu ver.
www.timeout.com/newyork/shopping/top-ten-barbershops-specialists

 

Cheers Max!!! Many thanx pelas dicas valiosas dessa cidade que tu tanto desbrava!

Na semana passada com todo zun zun zun de Fashion Week aqui em São Paulo, Oscar Metsavaht apresentou o conceito e parte das peças da nova coleção em seu Showroom nos Jardins, vizinho ao restaurante Brasil a Gosto da Ana Luiza Trajano que ainda devo uma visita para falar pra vocês na série Conhecendo.
Uma forma mais leve, gostosa e de melhor entendimento, afinal através de algumas fotos e vídeos e sua palavras, o conceito era mais bem exemplificado para as poucas pessoas que lá estavam.

O conceito? Inhotim… isso já diz bastante coisa.
Oskar e sua equipe foram ao instituto de arte no interior de Minas Gerais como uma imersão na mistura de formas geométricas, arquitetura e claro, natureza. Se não me engano, ele e sua equipe passaram 6 dias, trabalhando non stop fazendo algo que me deixou com vontade de ter participado. Oskar levou costureiras para colocar em prática as criações, músicos para criar suas trilhas de filmes e campanhas, modelos para as fotos e claro, ele como criador do conceito, fotografando e filmando tudo em 16mm (sim, filmando em película). Agora imagina toda essa equipe trabalhando “tudo junto ao mesmo tempo agora”, pois no bate papo que tive com Oskar, ele disse que era assim, enquanto uma costurava o outro tocava, ele fotografava, a modelo pousava… Genial, não?

Ainda no bate papo, meus olhos cresceram e me perguntei o quão legal era esse momento de criação de uma equipe. Segundo Oskar, o lugar é muito propício, com jardins e arquitetura modernas inseridas de forma original. Ele ainda me disse que passou um ou dois dias em que o instituto estava fechado ao público… ou seja, só ele e sua equipe sem absolutamente ninguém para atrapalhar o processo criativo.

Como a arte é passada para a coleção? imagens e texturas florais das imagens dos jardins do instituto estampam as peças com variações de branco com tecidos desenvolvidos pela Osklen em algodão orgânico, com cortes bem feitos e valorizando a silhueta feminina.
Vocês devem estar se perguntando sobre a coleção masculina, certo? Infelizmente ainda não foram apresentadas, mas sim, a coleção conta com peças com essa pegada para nós homens, e se não me engano, sai em Setembro com toda a coleção. Aguardamos ansiosos!

Eu:
Oscar, deve ter sido demais você ter ficado esses dias por lá, ein? E sei que você não se junta de gente ruim, então…

Oskar:
Pois é, a minha banda é boa!

Eu:
Eu sei bem! Seria uma OM Lonely Harts Club Band… ; )

Genial!

Foto: @victorcollor

Que sou fã de Vans, vocês não têm dúvida, e com esse novo modelo o amor cresce ainda mais.

A primavera vem chegando com o verão na sequência e os caras da Vans California lançaram essa linha que achei demais. Os dois modelos, Old School e o Authentic ganharam estampas florais chamado “Floral Camo” que Mistura de camurça com o tecido floral e a troca do cadarço são os pontos altos do novo modelo.

Dá pra brincar usando jeans com pouca lavagem e peças mais sóbrias na parte de cima, afinal a estampa é floral e tem que ter cuidado para não ficar parecendo uma arara (de roupa mesmo e não a ave). Dá pra se divertir!

Já estão a venda nos Estados Unidos e resta saber se a Vans Brasil irá trazer os pequenos notáveis e quanto irão custar por aqui…

Para ficar ligado nos lançamentos mais legais de cultura street e todas essas coisas que nós aqui no VICCO nos divertimos também, acessa o THE HYPE BR, site impecável comandado pelo talentoso Lucas Penido.

Fresh Fresh!

Fotos: Reproducão

 

Ontem assisti mais uma vez ao filme The Beach (A Praia) com Leornado Di Caprio bem moleque buscando aventura pelas ilhas da Tailândia.

Lembro que assisti ao filme de Danny Boyle quando saiu no cinema e eu ainda morava na Suíça… Eu, moleque, confesso que fiquei com medo do tal Duffy, interpretado por Robert Carlyle, e o responsável por trilhar a aventura de Richard (Di Caprio) até a tal praia.

Toda vez que assisto ao filme, enxergo beleza em novas coisas. Pouca gente percebe, mas a que mais me pega e a ideia de preservação, de cuidar do que realmente queremos manter/cultivar… É a velha crítica que gosto de fazer em relação a homogeneização do mundo, em que você viaja horas e horas para chegar em um lugar e ter a mesma comida, o mesmo serviço e até uma cama melhor que a sua. Tem noção para onde estamos indo? Tudo está ficando igual, aos poucos perdemos valores que realmente nos distinguem um dos outros, culturas, países, … triste realidade.

No post “Maria vai com as Outras” falo um pouco sobre isso e desse “conforto” que a maioria das pessoas têm em ir aos mesmos lugares e não conhecer coisas novas, ou seja, o já conhecido vira o lugar onde todos estão e vão. É o exemplo de Trancoso e Cabo Polonio que cito no post. Clica aqui pra ler.

Considerado um filme jovem, que alguns possa considerar bobo, além da ideia de preservação de algo inexplorado, há também relação entre pessoas em uma pequena comunidade, brigas, romances, desentendimentos, … além de deixar um morrer para não revelar o local da ilha como um pacto entre todos “habitantes” da ilha. São vários pontos e se você ainda não assistiu, vale a pena… e tem no Netflix em HD. Cheers!

 

Vídeo com a trilha do filme com All Saints : Pure Shores… aquela coisa meio paixão de verão, sabe? Se liga.

Clica AQUI

Sonho!

Imagem: Reprodução

Na semana passada soltei um link na fan page do VICCO no facebook com fotos de caras muito bem vestidos no Congo e na sequência, o meu querido carioca sangue bom Ciro Lupo me mandou esse documentário com produção da cervejaria Guinness mostrando um pouco da vida dos Sapeurs.

Quem são eles? Os Sapeurs é: A Sociedade de pessoas elegantes do Congo. Genial não?

No documentário é mostrado parte do dia a dia dos que fazem parte do grupo, com roupas super coloridas e o lifestyle que eles vivem no Congo. Tudo muito original e visto de forma positiva, afinal segundo as entrevistas do doc, suas vidas não são definidas por cargo ou sucesso, mas sim por respeito em um país como o Congo. Segundo os Sapeurs, na vida você não pode sempre escolher as circunstâncias, mas você pode sempre escolher quem você é… Clap Clap Clap!

Com guerras e histórias de tragédias recentes – a última guerra do Congo teve início em 1998 e acabou em 2003 – tiro o chapéu para essas pessoas que sempre enxergam coisas boas nas pequenas coisas, e buscam dar risadas com um coisa tão simples como uma peça do guarda-roupa clássico masculino independente das suas condições. Cheers Sapeurs!

Olha o vídeo e presta atenção nos mínimos detalhes de roupas, tecidos, sapatos, camisas, gravatas, abotoaduras, … enfim, presta atenção em tudo:

 

Clica AQUI para ver o vídeo (assista em full screen).

 

Isso serve pra você que acha que necessariamente elegância está ligado ao seu dinheiro.

Imagens: Reprodução