Ontem assisti mais uma vez ao filme The Beach (A Praia) com Leornado Di Caprio bem moleque buscando aventura pelas ilhas da Tailândia.

Lembro que assisti ao filme de Danny Boyle quando saiu no cinema e eu ainda morava na Suíça… Eu, moleque, confesso que fiquei com medo do tal Duffy, interpretado por Robert Carlyle, e o responsável por trilhar a aventura de Richard (Di Caprio) até a tal praia.

Toda vez que assisto ao filme, enxergo beleza em novas coisas. Pouca gente percebe, mas a que mais me pega e a ideia de preservação, de cuidar do que realmente queremos manter/cultivar… É a velha crítica que gosto de fazer em relação a homogeneização do mundo, em que você viaja horas e horas para chegar em um lugar e ter a mesma comida, o mesmo serviço e até uma cama melhor que a sua. Tem noção para onde estamos indo? Tudo está ficando igual, aos poucos perdemos valores que realmente nos distinguem um dos outros, culturas, países, … triste realidade.

No post “Maria vai com as Outras” falo um pouco sobre isso e desse “conforto” que a maioria das pessoas têm em ir aos mesmos lugares e não conhecer coisas novas, ou seja, o já conhecido vira o lugar onde todos estão e vão. É o exemplo de Trancoso e Cabo Polonio que cito no post. Clica aqui pra ler.

Considerado um filme jovem, que alguns possa considerar bobo, além da ideia de preservação de algo inexplorado, há também relação entre pessoas em uma pequena comunidade, brigas, romances, desentendimentos, … além de deixar um morrer para não revelar o local da ilha como um pacto entre todos “habitantes” da ilha. São vários pontos e se você ainda não assistiu, vale a pena… e tem no Netflix em HD. Cheers!

 

Vídeo com a trilha do filme com All Saints : Pure Shores… aquela coisa meio paixão de verão, sabe? Se liga.

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Sonho!

Imagem: Reprodução