E na última vez que estive em Nova Iorque tive o prazer de ter contato e comprar uma publicação Man Of The World.
Nos papos com Max Poglia, que tem feito bastante coisa em couro muito legal por lá, ele disse que eu tinha que conhecer a publicação, que segundo ele, como dizem os gaúchos, é “muito f***”.

Dito e feito! A publicação tem todas essas coisas que nós homens gostamos e apreciamos, nem que seja só para ver nos outros, sabe? Nas páginas temos Rolex antigos, Aston Martin DB5, David Gandy em um editorial nas montanhas, arte, cultura, matéria sobre a história da Levi’s, e mais um monte de coisa interessante. Ou seja, já de passagem, temos relógios antigos, carros muito legais, moda bem executada e curiosidades que nos agrada. Curtiu? Seria esse o sucesso de James Bond para nós homens?

Segundo Alan Maleh, publisher da MOTW, a publicação surgiu com a sua frustração dos conteúdos das publicações masculinas em geral com dicas de A a Z, mostrando o melhor e o pior e sempre apresentando esse contraponto. É democrático mostrar os dois lados? Sim, mas para quem ele está falando? Sendo assim a publicação tem conteúdo para o que Alan chama, os Homens do Mundo, sendo uma revista de 100% de nicho.

Quem são eles? Homens que se importam com estilo, com a aparência, o lenço que está usando no bolso, óculos, barba, e todos esses pequenos detalhes que sempre falo aqui, que nós homens podemos nos divertir no guarda-roupa masculino. Um restaurante muito legal no mercado de Bangkok, um Dry Martini em um bar de jazz em Londres, … Suas palavras são “não quero um restaurantes para adolescentes, muito menos para o senhor mais velho ou até o homem de família. O que eu quero é um lugar para um cara que vai viajar que quer boa comida em um lugar com boa atmosfera”. É aquela velha história de estar no lugar certo, na hora certa. Um pouco pretensioso, mas da para entender o contexto que o editor que mostrar.

Uma boa explicação do que é ser um Homem do Mundo que ele fez e que me identifiquei é: Há uma grande diferença entre a Madison Avenue e os mercados de pulgas, e é exatamente entre os dois que eu quero estar.” Genial!

O que a revista quer mostrar sobre o que é o “Homem do Mundo” é baseado em estilo e a referência dos anos 60 e 70 com figurões como Steve McQueen, Paul Newman, Robert Redford e Al Pacino. Referências geniais para nós homens termos em mente.
Não me venha com essa história que o homem tem que ser feliz, ter bom caráter, fazer o bem, etc. Sim, isso na minha ideia faz parte do que é ser um Man Of The World, mas a publicação só quer mostrar/falar de estilo. OK?

Com isso, além de moda, estilo, relógios e todas essas coisas tão legais, no site da publicação, ainda há um e-comerce em que você pode comprar Rolex vintages, Ferraris, Porsches, objetos de decoração, cinzeiros antigos… enfim, tudo com a curadoria com o que Alan Maleh considera ser objetos de desejo para o Homem do Mundo nos dias de hoje.

Se liga no site dos caras AQUI e no instagram deles que vale muito a pena, ou até mesmo segue eles no twitter.
Além disso, tem um vídeo que AdWeek fez entrevistando Alan que vale a pena ver de perto.

Entrevista AQUI:

Fica de olho!

Imagens: Reprodução