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Moda

Kamila Hansen | Lui Magazine #34

Created: 13 abr 2017  / Categories: Moda

Kamila Hansen fotografada por Fe Pinheiro para a francesa Lui magazine #34 | Fevereiro.

 

Para relembrar o calendário anual da revista, clica aqui.


Omega + BaselWorld 2017

Created: 30 mar 2017  / Categories: Moda

Sem dúvida essa será uma BaselWorld para ser lembrada pelo fato de inúmeras marcas terem olhado para o passado e enxergado aquela velha história que sempre digo por aqui em que o que deu certo no passado, continua dando certo nos dias de hoje. Vocês viram a escrita em vermelho do Sea-Dweller da Rolex, o relógio comemorativo da Longines e agora a Omega que sem dúvida vem com a coleção mais “vintage” de todas.

 

Eles apresentaram 3 modelos que seguem exatamente as mesmas característica dos modelos lançados em 1957. São eles: O Seamaster 300, o Railmaster e modelo famoso por ter ido à lua, o Speedmaster.

Se colocarmos em uma comparação rápida com a Rolex, seriam os modelos para bater com o Submariner, o Explorer e o Daytona.

 

De tanto falar por aqui, vocês já sabem da minha preferencia por modelos menores e mais discretos. Todos são muito especiais, mas o Railmaster me chama atenção há anos e claro, é ele que mais achei interessante nessa nova linha – e o mais barato por sinal.

Por ter dois modelos de peso ao lado, ele sempre foi esquecido ou deixado de lado, e até mesmo pouco valorizado. Há 3 anos eu estava buscando o Omega Ranchero dessa mesma época, mas logo alçou voo e valorizou com tanta rapidez que confesso ter perdido o “bonde”.

O Railmaster segue a mesma ideia e com certeza essa volta ao passado da marca, o relançamento e a edição limitada comemorativa de 60 anos fez com que o modelo caísse nas graças de quem valoriza e aprecia o universo vintage.

Eatamos falando de dois Railmaster:

 

Edição Limitada | 60 anos:
O modelo é exatamente igual ao lançado em 1957 e buscaram referências nas peças de museu da marca para recriar a edição limitada.

Superluminova que parece tritium – assim como o Seamaster 300 lançado para o filme SPECTRE de 007.

Opções de pulseira em couro, metal e Nato Strap.

Numerado: 3557 pecas

Tamanho: 38mm

CHF 6.300

Edição Standard:

Com algumas pequenas alterações no mostrador, tem marcação central e ao invés de latão, o mostrador vem em aço escovado.

Superluminova que parece tritium

Opções de pulseira em couro, metal e Nato Strap.

Tamanho: 40mm

CHF 4.900

Mas se o amor pela marca for imenso, você pode comprar uma caixa, que foi recriada exatamente igual às usadas nos anos 50, contendo os três modelos – Seamaster, Railmaster e Speedmaster, mantendo as mesmas características dos modelos lançados em 1957 por CHF 20.000. A caixa ainda conta com um kit com 6 modelos de pulseira e ferramentas para você trocar sempre que quiser.

 

Vamos aguardar a chegada deles no Brasil para ver de perto, colocar as mãos e sentir esse “vintage feel” que a marca traz de volta.

 

Para saber a opinião de quem realmente entende do universo de relógios, acesse Hodinkee.com e seja abraçado por esse universo tão particular que é a manufatura de medição de tempo e escrita por Ben Clymer.


Longines + BaselWorld 2017

Created: 28 mar 2017  / Categories: Moda

Ainda no clima de Basel World 2017, a Longines lançou um modelo que me chamou atenção. Para celebrar os seus 60 anos de história, a relojoaria suíça apresentou o modelo de edição limitada e numerada intitulado Flagship Heritage.

 

O lançamento segue a linha do modelo lançado há 60 anos que confesso ter suas semelhanças com o Constelation e os primeiros Seamaster da também suíça Omega.

 

Lembrando um pouco do que falo por aqui, acredito que a época dos relógios enormes e grandiosos está ficando para trás. O show of e a vontade de mostrar o objeto de valor no pulso está ficando de lado para algo mais discreto em que somente quem conhece saberá reconhecer.

Tudo bem que esse modelo por exemplo, é uma volta ao passado, mas ainda assim vem com uma caixa de 38.5mm. Um tamanho legal e mais educado em comparação aos “imensos” com mais de 42mm.

 

São três modelos: ouro amarelo, ouro rosé e outro em aço. Todos com pulseira de crocodilo. A versão dourada e rosé são limitadas em 60 unidades e a versão em aço, em 1957 unidades, lembrando o ano de lançamento do modelo original. Confesso ter a achado a opção em aço mais equilibrada e bonita.

 

Infelizmente a Longines não tem representação no Brasil e sabe lá quando veremos o modelo por aqui... portanto, aguardamos!

 


Rolex + BaselWorld 2017

Created: 23 mar 2017  / Categories: Moda

O Rolex soltou ontem o release sobre os novos modelos apresentados na BaselWorld 2017. Sem dúvida a marca tem olhado cada vez mais para o passado e enxergando aquela boa e velha história de que o que deu certo lá atrás, continua dando certo nos dias de hoje.

 

No ano passado eles apresentaram o então novo Explorer com características do primeiro modelo de 1953 – vale ressaltar que o modelo em questão é o verdadeiro relógio de James Bond. No pós guerra na Jamaica, quando Ian Fleming escreveu as novelas que viriam a se tornar a maior saga do cinema, o modelo escolhido pelo autor foi o Explorer mas por estratégia da marca e lançamentos da época, o modelo que foi parar no pulso de Sean Connery em Dr. No. em 1962 foi o Submariner Big Crown.

Histórias à parte, ainda no ano passado vimos o novo Daytona que tem características do modelo que ficou conhecido como Paul Newman, um dos mais cobiçados para os colecionadores dos modelos vintage, além da volta do Air King sendo o primeiro modelo a usar as cores verde e amarela da marca no logo. Ame-o ou deixe-o!

 

Em 2017 a Rolex continua com o pé no passado e lançou alguns modelos que também vão abrir os olhos dos fanáticos por vintage, em especial o novo Sea-Dweller que vem com a marcação em vermelho em comemoração aos 50 anos desde que foi lançado em 1967.
Tanto o Submariner como o Sea-Dweller que têm a marcação em vermelho no mostrador, são relógios cobiçados pelos colecionadores de vintage e têm valor mais alto em comparação a modelos da mesma época que não têm a tal marcação. Coisas que somente a história e o mercado de relógios antigos dão o tom por serem mais raros. Outra novidade é a lupa na data que até então não era vista no modelo da marca que pode chegar a maiores profundidades no pulso dos mergulhadores.

 

 

Outro modelo apresentado foi o Sky-Dweller, relógio dos viajantes de plantão com duplo fuso horário. Confesso que não é dos modelos que mais me agradam, ainda mais por ter sido somente apresentado com metais preciosos. Pela primeira vez eles lançam o modelo com a combinação de ouro e aço. Um fato é que não estamos mais nas épocas de ouro, economia global andando em passos curtos e o mercado asiático não tão aquecido. Talvez essa seja uma solução – boa por sinal, da marca para dar mais saída ao modelo.

 

 

Para os amantes de alta velocidade, o Daytona foi apresentado com a nova pulseira em borracha Oysterflex, todo em ouro e vem com a luneta em Cerachrom que lembra o modelo de 1965 – mais uma volta ao passado.

Confesso que não sou grande fã dos modelos em ouro e deixo isso para o mercado do oriente médio, mas sim, é bonito.

 

 

Foi apresentado também o novo Datejust, modelo lançado em 1945 pela marca e que sobrevive – muito bem por sinal, até os dias de hoje, passando de geração em geração, sendo assim um clássico. O Yacht-Master II também teve alterações e vem com novo mostrador e ponteiros.

 

Que a marca continue olhando para o passado e agradando àqueles que fizeram a marca chegar aonde chegou. Há que se renovar, mas a renovação tem que vir com um olho no passado e outro no futuro, afinal são mais de 100 anos de história.

 

No Brasil, você irá encontrar esses modelos em breve na Boutique Rolex no Shopping Iguatemi em São Paulo.


O Omega de Ryan Gosling em La La Land

Created: 14 fev 2017  / Categories: Moda

Posso dizer que assistir a qualquer filme ou série de tv, ou até mesmo andar na rua, se passar algum carro antigo, um relógio de época ou qualquer coisa que me faça voltar no tempo, um sorriso e uma atenção especial é dada.

 

Assistindo ao trailer de La La Land, acreditava que o filme que tem 14 indicações ao Oscar fosse de época, algo em torno dos anos 50. Engano meu! Ele é passado nos dias atuais e Ryan Gosling que interpreta Sebastian, um pianista que personifica o estilo de músicos da época áurea do jazz, segue essa mesma linha. Entre sapatos bicolor, paletós bem cortados seguindo a paleta de cores pastel presente no filme e um Buick Riviera conversível da GM, em um determinado momento Gosling olha para o relógio para ver as horas e por 2 ou 3 segundos um Omega antigo é mostrado.

 

Difícil dizer a data correta, mas o modelo deve ser da mesma época do estilo do personagem que pode girar em torno de 1945 a 1960. Um modelo que antecede o Seamaster e o Constelation. Se não for à corda, com certeza carrega o movimento bumper (martelo) que foi um dos primeiros mecanismos automáticos usado pela marca onde o rotor gira somente meia lua, gerando reserva de carga e sem a necessidade de dar corda.

 

Olhando de fora parece um “relojão” mas engana-se quem pensa que os preços são estratosféricos. Os modelos da suíça Omega desta época – ainda - têm ótimos preços e é capaz de você encontrar muita coisa semelhante no Mercado Livre aqui no Brasil. Há alguns bons anos lembro que comprei um Seamaster de 1945 por algo em torno de R$400. Isso mesmo, quatrocentos reais!

Listei abaixo algumas buscas que fiz no maior site de compras online do Brasil e achei bastante coisa interessante com preços nessa linha. Se tem algumas dicas na hora de comprar relógios antigos, seja na internet, seja em lojas, são elas:

 

- Cheque o quão qualificado é o vendedor.

 

- Se tiver dúvidas, faça perguntas.

 

- Fique de olho nos tamanhos das caixas para não ser pequeno demais.

 

- Veja se o mostrador não foi refeito. Se ele estiver novo demais como se estivesse recém saído da loja, desconfie. Afinal uma peça que tem mais de 40 anos tem as suas “rugas”.

 

- Cheque se a coroa é original ou não. Em geral elas têm o logo da marca estampado no metal.

 

- Se ele está dando hora pontual ou não, você só saberá a hora que tiver a peça em mãos ou acreditar no que o vendedor está dizendo. Portanto mantenha em mente um custo de aproximadamente R$500 de revisão em um bom relojoeiro.

 

- Tente pegar o nome correto e o número do modelo. Com isso você consegue fazer buscas em sites gringos de compra e venda de relógios antigos e comparar preços. Uma boa dica de busca é o Chrono24.

 

- Na comparação com outros, busque também on google para entender inúmeros detalhes: se os ponteiros são originais e seguem a mesma linha de outros modelos da mesma época, marcações no mostrador, pulseira (difícil achar original) e até mesmo saber mais sobre a história por trás da peça.

 

- Modelos desta época não têm vidro de safira e sim acrílico. Se a peça tiver com ele arranhado, não será um grande problema. Ele pode ser facilmente polido ou até mesmo trocado. Coisa simples.

 

 

 

Essas são dicas rápidas para saber o quão original a peça está e voltando a ideia das peças vintage ou de época, quanto mais originais, mais valiosas e interessantes caso queira revender no futuro. Além do mais, são peças que dificilmente você verá sentado na mesa ao lado em um restaurante... são quase que únicas! Boas compras!

 


A história do Polerouter

Created: 13 dez 2016  / Categories: Moda

Quando se fala sobre relógios e carros antigos, ou melhor, sobre peças que ficaram no tempo, são as pequenas características e a história por trás de cada uma delas que as transportam até os dias de hoje, além de manter aquele velha ideia que sempre falo por aqui: o que deu certo no passado continua dando até os dias de hoje.

 

Conto abaixo a história de um modelo da Universal Genève que ficou para história e hoje é um dos modelos que vêm ganhando espaço e valor no universo dos vintage.

Sem dúvida a marca passou por um processo de valorização nos últimos anos. Quando estive em Milão em meados deste ano, visitei a loja de Max Bernardini e eles tinham acabado de fazer um grande evento com a Universal e segundo o sócio de Max, com quem tive um rápido papo, é a marca que mais vem ganhando valor e espaço nesse universo.

 

O modelo e a história em questão é o Polerouter que nasce a partir de 1947 quando três companhias aéreas escandinavas uniram-se para formar Overseas Scandinavian Airlines System (OSAS), mais tarde abreviado para SAS. Em 1952 a companhia foi a primeira a pilotar um curso trans-ártico com um avião comercial, o DC-6B "Arild Viking" decolando de Los Angeles em direção a Copenhague em 28 horas. Um ano depois, o SAS realizou um voo de teste entre a Noruega e o Alasca, marcando o primeiro voo sobre o Polo Norte e finalmente, um ano depois, em 14 de novembro, a SAS abriu oficialmente seus voos de Copenhague para Los Angeles usando o círculo polar como um atalho, cortando o tempo de voo de 36 para 22 horas.

Mas com essa conquista, veio também um problema técnico: o magnetismo.

Voar sobre o Polo Norte causou estragos nos instrumentos de navegação e de marcação de tempo e é ai que entra a Universal e a história do modelo em questão. A empresa era a fornecedora de relógios da companhia aérea, sendo a empresa escolhida especificamente pelo seu trabalho com relógios antimagnéticos. Portanto, para comemorar o histórico voo Copenhague - Los Angeles, a Universal projetou um relógio através das mãos de Gerald Genta o menino de 23 na época que posteriormente ficou ainda mais conhecido pelo seu trabalho de criação do Royal Oak da Audemars Piguet e o Nautilus da Patek Philippe.

 

O Polarouter foi oficialmente lançado em 1954 e logo depois renomeado para Polerouter. Esse design inicial, com uma caixa de 34,5 mm com um mostrador sem data com um anel interior texturizado, se tornaria a base para a série que depois ganhou inúmeros modelos distintos e confesso, não tão bonitos quanto esse primeiro.

Para se ter ideia, no final dos anos 1950, o modelo tinha o mesmo preço do Rolex Explorer, sendo um relógio da primeira categoria da Universal Genève.

 

Hoje o Polerouter ainda é considerado um relógio que “dá para ter” com preços que variam de US$300 a US$2.000 dependendo do modelo, calibre, ano e claro, o estado de conservação da peça. Pode considerar portanto um relógio para ficar de olho e fisgar se puder e conseguir achar.

 

 

 


Então é Natal

Created: 02 dez 2016  / Categories: Moda

Para a campanha de natal, a H&M convidou Wes Anderson para colocar as cores e seu tom de sátira em sua nova campanha que tem Adrien Brody como protagonista.

 

Sem dívida um curta que poderia se tornar em um longa de “fim de ano” do diretor mais divertido dessa geração. Quem não lembra de Viagem a Darjeling? E Hotel Budapeste? E Seu Jorge cantando músicas de David Bowie em A Vida Marinha com Steve Zissou?

 

Imagem: Reprodução

 

 


Como Antigamente

Created: 01 dez 2016  / Categories: Moda

No edição #001 do VIC&CO. Post vocês viram que contei um pouco sobre a história da Panerai, mostrando a ligação com o passado em alguns modelos que lembravam os instrumentos de medidas fornecidos pela marca ao exercito italiano no início do século.

 

No final de novembro a empresa voltou às origens e apresentou dois modelos antes do SIHH, o Salão Internacional de Alta Relojoaria de 2017 – época em que geralmente são apresentados os novos modelos por inúmeras marcas, entre elas Rolex, IWC, Patek, etc.

Os modelos são os Radiomir 3 Acciaio – 47mm e lembram alguma peças fabricadas pela Panerai nos anos 30. As duas versões são: uma em preto e a outra em marrom que lembra o envelhecimento do mostrador por reação química entre a tinta e a substância radioativa usada para tornar algumas partes luminescentes.

 

Quer entender mais sobre esse tipo de envelhecimento? Então dá um google em tropical dial e gilt dial. Irão aparecer inúmeros modelos de inúmeras marcas com esse tipo de envelhecimento. Tenho que concordar que de certa forma isso pode ser considerado um

”erro de fabricação”, mas falando desse universo dos vintage, não tem nada mais único e especial do que ter um modelo da sua marca preferida com essa transformação que só o tempo conseguiu dar. Essa é a beleza por trás dessas peças!

 

Voltando ao Radiomir 3 Acciaio, sim ele segue a linha dos relógios de grande porte com 47mm de diâmetro – uma das maiores características da Panerai. Além dos mostradores que lembram os modelos vintage da época, as pulseiras são em couro cru com pesponto, algo também que estamos vendo cada vez mais ser usados nos relógios antigos.

 

Um certeza é: o que deu certo no passado continua dando certo nos dias de hoje. É isso que estamos vendo no mercado de relógios. Seja nesse modelo, seja no Omega Seamaster usado por Daniel Craig em SPECTRE que já conta com o mostrador amarelado e até nos novos Autavia da TagHeuer.

 

Ainda não se sabe quando virá ao Brasil mas vale ficar de olho na loja dos caras no Shopping JK aqui em São Paulo.

 

Fotos: Reprodução

 

Para fazer um comparativo, coloquei abaixo algumas imagens de alguns modelos Panerai que "sofreram" esse processo de envelhecimento:


Em novo Endereço

Created: 11 nov 2016  / Categories: Moda

Finalmente mais uma ida a Belo Horizonte. A convite de AXE, desta vez fui para ver de perto o MECA Festival que rolou em Inhotim. Em breve falo mais sobre o que rolou por lá, mas se quiser se antecipar é só acompanhar as #FindYourMagic e #MecaInhotim

 

Como as idas à BH são sempre prazerosas, acabei estendendo mais um dia por lá para bater perna e conhecer coisas novas para falar aqui. Infelizmente às segundas-feiras os dois restaurantes que queria conhecer, o Glouton e o Alma Chef estavam fechados.

Triste, mas ainda assim, entre mercadão, pão de queijo, café e queijo da serra da Canastra, aproveitei o dia para conhecer a nova Black Boots, loja que vocês já me ouviram falar muito por aqui, que mudou de endereço e mesmo com um espaço menor em comparação ao antigo, concentra muito mais charme.

 

Sem dúvida o Guilherme e o Lucas que estão à frente do negócio não deixariam essa mudança afetar o conceito, mas sim, aproveitaram e elevaram a uma potência ainda maior, cheia de detalhes que confesso não ver em tantas outras marcas nacionais que são consideradas alinhadas quando o assunto é conceito, além de serem muito mais ricas. A dupla vive esse estilo de vida e sabe valorizar cada pequeno detalhes que vai desde a decoração e um dos conceitos mais alinhados que já vi no Brasil até o produto final. Lembra das botas Moc Toe feitas pelos caras que têm a americana Red Wings como referência? Os solados são Vibram, considerado um dos melhores do mundo e utilizados por inúmeras marca internacionais que vão desde as marcas de esportes outdoor até as boutiques mais finas como a Prada.

 

Fiz algumas fotos que mostram a nova loja da marca que está no mercado desde 1996, contando 20 anos de história.

 

Serviço:
Rua Sergipe, 1233, Funcionários, Belo Horizonte.

Tel: 31 3789.8219

Hor. 10h – 19h

blackboots.com.br

@blackbootsbrasil


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