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Falou-se tanto de Coachella mas quer mesmo ter um gostinho de como é tudo aquilo? Então se liga nisso aqui.
O festival se juntou com a T Mobile para fazer um canal de youtube que vai além do que estamos acostumados.
Vindo da publicidade sei bem como é isso e o valor que tem.

Os caras fizeram um canal especial chamado Explore Coachella que mostra um vídeo feito com uma câmera que abrange 360º graus e você é quem comanda com o click do mouse. Tudo isso se passa em várias horas dos longos dias e dos inúmeros shows, mostrando detalhes que não só quem esteve lá viu. Eu por exemplo ví algumas coisas que não presenciei por lá.
Como eu disse aqui, não consegui ir na roda gigante, mas no vídeo deu pra ter um gostinho do que é “ver” como é lá de cima. Bem legal… fiquei imaginando o vento e o silêncio que deve ser lá em cima.

Achei muito legal a ideia e não tem jeito melhor do que esse de mostrar um pouco do que é o festival, as pessoas, estilos. Eu passei por lá os dois finais de semana e é bem isso que os caras mostraram.

Clica AQUI para se divertir.

Ano que vem tem mais? SIM!!!

Imagem: Reprodução

Ainda na onda de Coachella tive o prazer de conhecer Raul Aragão e em especial o gente fina e tranquilão Fernando Schlaepfer, dois dos integrantes do bem legal I Hate Flash. Site de uma molecada boa do Rio que cobre tudo o que rola de mais legal na cidade maravilhosa e outras cidades por ai.
Assim como eu fui pela Revista RG, os caras foram pela Rider devido à parceria que eles fizeram com a Ausländer a fim de criar a AusHaus + Rider em Palm Springs.

Os caras também têm fotos lindas do povo animado do Coachella e claro, da galera na Pool Party que rolou na AusHaus, a mesma que fotografei e está nas bancas na RG que tem Lea T na capa.
Entre as fotos dos caras, em uma me vi ao lado de um sujeito chamado Rodrigo Santoro e um dos caras mais legais que conheci nos últimos tempos, Cadinho, o responsável por fazer tudo acontecer no primeiro final de semana de Coachella. Na outra com um dos mais divertidos e autênticos, Ciro Luporini.
Olha ai!

Para ver o site dos caras, clica aqui.

A gente sai fotografando e esquece de ser fotografado. Obrigado Raul e Fernando!

Fotos: Não lembro se foi o Fernando ou o Raul.

Acho sempre válido, depois de viver uma experiência muito legal, tentar passar o conhecimento adiante, mesmo sabendo que possa interessar a muitos e nem tanto a outros.
Resolvi montar esse post como um guia para curtir o Coachella e algumas dicas preciosas para sobreviver ao deserto e as surpresas que vêm com ele.

Fui nos dois finais de semana, um fotografando pela Revista RG, que já está nas bancas, e no segundo final de semana com amigos, entre eles o meu parceiro Negron, que já é velho conhecido de vocês na série Conhecendo deste blog que vos escreve. Ou seja, tive duas experiências diferentes e muito boas!

Primeiro Final de Semana:
Como vocês viram aqui, cheguei lá sem conhecer quase ninguém da turma da Ausländer. De todos eles, que eram mais ou menos 25 pessoas, acho que só conhecia a Daiane Conterato, Thaila Ayala e o José Camarano de oi e tchau nas voltas pelo Rio. Ou seja, estava com um turma que tive primeiramente que entender, e com simpatia, tentar ser abraçado pela turma. Sim, eu consegui, o pessoal é gente fina demais!
Voltando ao que interessa, nos dois primeiros dias, sexta e sábado, acabamos chegando tarde ao festival, com o sol quase se pondo. Como tudo era novidade, tratei com indiferença o que alguns reclamaram sobre o horário. Só no domingo chegamos cedo e vi que as reclamações tinham razão. Pisamos no festival perto das 4pm e ai sim, consegui ver as cores, as roupas, estilo, atitude… tudo lindo. Bem diferente dos dois últimos dias, chegando no entardecer.

Segundo Final de semana:
No primeiro fique hospedado no hotel The Curve em Palm Springs, que fica a 45 minutos do festival mais 15 minutos a pé até a entrada, mas no segundo fiquei no Hilton em Palm Desert que fica a 30 min do festival. Ambos com organização impecável e nada a reclamar. No primeiro fomos com a van da turma da Ausländer e no segundo pegamos o shutle que levava e trazia o pessoal até a port do Hotel. me custou US$60,00 para ida e volta nos três dias de festival. Achei justo.
Ví muitas outras coisas que não tinha visto no primeiro. Todos os dias chegamos por volta das 2pm/3pm e vimos o sol brilhando por muito tempo! Foi ai que ví a mágica do festival com cores, música e gente bonita e bem vestida.
Fiquei impressionado com a organização do festival, afinal são 180 mil pessoas nos dois finais de semana. Nas duas experiências não tive nenhum problema – uma com van alugada e outra com shutle pago. A única coisa chata era o primeiro Check Point que eles revistavam tudo, desde a sua mochila até o seu maço de cigarro, ainda mais pelo fato de ter sido o famoso mês 4, dia 20. Entendeu?
Mas de resto, nada a declarar!

Separei algumas dicas abaixo que são bem válidas para você curtir o festival e ser feliz:

Horário >> Não se engane! Chegue cedo para ver como é lindo tudo aquilo com a luz do sol do deserto da Califórnia, as roupas e os mínimos detalhes. Quando chega a noite, não se vê quase nada. Além do mais, tem muitas atrações f*** que tocam às 2pm, 3pm, …

O que usar >> De dia o sol é de rachar, mas como você está no deserto, à noite a temperatura cai bastante. Eu por exemplo fui de camisa bem aberta com regata por dentro, com um lenço e um casaco na mochila. Gosto de bermuda, mas para festival você acaba que senta ali, tira a carteira ali, barro aqui, preferi ir de jeans. Meu querido Ian Black tinha falado para não ir de calça em nenhuma hipótese, mas eu fui e achei tranquilo. Nos dois primeiros dias do primeiro final de semana, como chegamos no entardecer, fiquei com o lenço no pescoço pois o deserto já dava seus primeiros sinais do frio que estava por vir com uma brisa bem boa.
Já no segundo final de semana, foi bem mais quente e todos os dias chegamos por volta das 2pm com o sol de rachar. Fui com o mesmo jeans e o mesmo tênis Vans e fiquei de regata o tempo todo com uma camisa amarrada na cintura. Um lenço mais leve ajudou para amarrar na cabeça e barrar o solzão, e a noite não esfriou tanto como no primeiro final de semana.

Roda Gigante >> Mesmo em dois finais de semana, não ter rodado na Roda Gigante, foi um erro! Acho que é um programa que tem que ser feito. Me arrependo, mas é o que temos pra hoje. Muito show bom, muita animação, boas risadas, esquecimentos e nada de ver o festival e o deserto lá de cima. Triste…

Idade >> Se você gosta de tomar umas, só vá ao festival se você for maior de 21 anos, afinal na Califórnia só bebe quem tem mais do que isso.

Para beber >> Se for beber, a primeira coisa que você tem que fazer quando chegar ao festival é ir em algumas das cabanas de ID CHECK para pegar a pulseira para ter acesso aos Beer Gardens. Sim, lá você não pode beber e curtir um show ao mesmo tempo. Entre no Beer Garden, beba seu drink, saia de lá e vá ver seu artista preferido. Eu tomei muia Heineken que custa US$9,00.
Eles aceitam carteira de motorista ou RG brasileiro numa boa e não cometa o erro de levar o seu passaporte para o festival… vai que…

Maconha >> Como disse Caio Braz no ótimo post que ele fez em seu site sobre o Coachella: “Fumar maconha na Califórnia é (quase) legal. Você pode ser examinado por um médico, solicitar a sua carteirinha, e comprar numa boa. Seja consciente e aproveite”.

Um NÃO para área VIP >> Mais um pérola de Caio Braz que achei ótima e concordo: “Não compre ingresso VIP! Custa o dobro do preço por um cercadinho que fica quase à mesma distância do palco. A não ser que você seja um wannabe-amigo-de-celebs-gringa, mas olha, se for, você não tem nada a ver com o Coachella. Lá todo mundo já é VIP”.
Entenderam o recado?
Aqui no Brasil ir a festivais e ter acesso a área VIP talvez possa até fazer sentido por ter um bar mais acessível, um banheiro com menos fila, ou seja, conforto. No Coachella a coisa é diferente. Quer beber, tem um Beer Garden ali perto, quer ir ao banheiro, tem Banheiro ali do lado e sem fila. Banheiro químico como aqui no Brasil, mas sem fila e sem catástrofes…

Água >> Na pista só vende água à US$2,00 e alguns Soft Drinks. Se você estiver no mood sustentável, se não me engano você coleta 10 ou 20 garrafas de água usadas que estão jogadas no chão e troca por uma novinha, Legal? É legal, mas haja paciência.
Outra alternativa é pegar a sua mesma garrafinha e fazer o refill em alguma das estações que o festival oferece.

Segurança >> Ficar de olho nos seus pertences é sempre uma boa em qualquer lugar do mundo, mas lá não é como aqui no Brasil. Pode ficar tranquilo que ninguém vai enfiar a mão no seu bolso atrás do seu iPhone ou sua carteira enquanto você estiver lá pulando com a música do seu artista preferido. Fique tranquilão!

Alimentação >> Acabei não comendo por lá, mas quem já foi aos Estados Unidos sabe que a maioria do que rola por lá é fast food e junk na veia. Passei algumas vezes pela praça de alimentação e não vi muita coisa que abriu meu apetite. Ou seja, tome um café da manhã bem reforçado do jeito que eles tomam por lá, com ovo, bacon, linguiça – quase um almoço – e vá para o festival feliz.  Foi o que eu fiz e tive pique até os últimos shows de cada dia. A energia de lá é demais! Mas não esqueça, tome muita água!!!

Proteção solar >> O sol é de rachar, mas não passei protetor solar em nenhum dia. Devem estar com uma pergunta né? Não, eu não virei um camarão e sim, é de certa forma irresponsável.

Lockers >> Levou mochila ou quer guardar algumas coisa? Os caras oferecem lockers na entrada do festival. Genial! Serve também para quem comprar artigos do festival e seus respectivos artistas na lojinha. Vale a pena!

Pegação >> Não vá até o deserto achando que vai sair beijando todo mundo no clima de sexo, drogas e Rock n Roll. Lá a coisa não é bem assim. Achei muito engraçado, nem ao menos flerte vi por lá… paquera olho no olho, sabe? Engraçado né… mas é assim.

Acabou a bateria do celular?  >> Se seu celular estiver acabando a bateria, lá eles têm uma base onde você deixa seu telefone e eles carregam pra você. Fiz isso e funciona bem. Deixe ele lá dando uma carga e vá curtir algum show. Volte lá e eles te entregarão sem problemas.

Conexão / Rede >> Falando de celular, lá o 3G (ou 4G) não funcionam muito bem, então mande SMS que tem mais chances de chegar. Ligação funciona vez ou outra. Sugiro comprar um chip americano em L.A. (eu comprei um da T Mobile que me ajudou muito). Quando me perdia da galera, era ele que me salvava.

Dica valiosa >> Não insista, você não vai conseguir ver todos os shows. E pior do que isso é tentar. Imagina você assistindo duas músicas de cada artista seguido de longas caminhadas até outro palco e assim por diante. Ontem conversei com um amigo e ele comparou a ir a Europa e passar dois dias em casa cidade. No fim você não vê nada direito e perde metade do dia andando pra lá e pra cá.

 

É mais ou menos por ai. Acho que indo para o festival levando em consideração essas dicas, pode ser bem melhor.
Isso se você não ficar no camping, que falaram que é muito organizado e o único problema é o banho na manhã seguinte. Fila grande para tirar o grude do dia anterior, afinal à noite a temperatura cai e ninguém se arrisca.

Pra fechar o post, digo que o festival é demais, a experiência em si é muito válida e sim, eu voltaria no ano que vem se tiver uma oportunidade. Tem coisa melhor do que curtir um festival, que teoricamente para nós brasileiros é sinônimo de bagunça, de uma forma completamente diferente?
Música ótima, shows lindos, a segurança, os acessos a banheiro e bebida, sem trânsito (90 mil pessoa) … tudo isso com muita gente bonita, bem vestida e livre de julgamentos alheios, sabe? Falei sobre isso no post de Venice Beach. lembram?

Meu racado é: Se gosta do line up, gosta de festival, gosta dessa coisa no meio do nada com gente que está lá com um único motivo – ser feliz. Vá ao Coachella que você não vai se arrepender.

Fotos: @victorcollor

Pessoal, queria pedir desculpas pela enorme sumida. Acontece que na semana passada eu sai do Brasil em meio a uma correria e a um gripe, o que deixa tudo mais lerdo e vagaroso.
Na terça fotografei o lookbook da SkinBiquini, uma das poucas marcas que estão sendo vendidas na ação do Bon Marchê em Paris e a coisa me tomou todo o dia, afinal como ia para Los Angeles, não iria conseguir tratar todas as imagens por aqui, afinal o rítimo foi intenso. Ainda na terça, separei todas as fotos com o Thiago e a Renata, pessoas queridas que fazem a marca acontecer e dai pra frente de olho na tela para acabar aquilo o quanto antes, entregar, fazer minha mala e decolar para Califórnia na quarta-feira a noite. Sem sucesso, acabei de tratar as imagens no avião e mandei quando cheguei por aqui, mesmo com a conexão sendo um lixo em Palm Springs.
Vocês devem estar se peguntando: o que o Victor foi fazer na “Califa”? Se você me acompanhou pelo Instagram sabe, se não, está aqui a explicação. Eu vim trabalhar e ver de perto um dos festivais mais legais do mundo, o Coachella Music&Arts que rola em Indio a mais ou menos 3 horas de L.A.
Vim através da Revista RG para fotografar a turma legal que esteve por aqui na “caravana” do Cadinho e Felipe Simão da marca carioca Ausländer. Os caras alugaram uma casa, que foi batizada de AusHaus + Rider e juntaram mais de 30 pessoas para deixar a bagunça ainda mais legal. A ideia deles? Fazer a campanha usando a paisagem, a luz e as cores que só a California tem.
Finalmente conheci gente bacana do Rio, sem ser aqueles “boy cú” (desculpa a expressão) sarados e falando um  palavrão a cada cinco palavras que saem da boca, sabe? Se já foi ao Rio, com certeza já viu esse tipão por lá.

Bom… isso era o que achava que iria encontrar, mas me enganei feio. A galera é demais, super querida e o melhor de tudo, muito divertidos, com um ou outro se levando a sério, o que deu uma quebrada hora ou outra, mas tudo bem! Conheci pessoas muito legais como o próprio Cadinho que é uma daquelas pessoas que se sentem na necessidade de fazer com que seus amigos estejam felizes. Demais né? Lindo de ver isso, ainda mais aqui na Califa e no Coachella com um clima meio Woodstock. Estavam na trupe Felipe Simão que é gente fina, José Camarano que já conhecia de oi e chao e se tornou um cara muito bacaa, o Breno Votto que é um anjo, o Ciro Luporini com a sua Carla Biriba que formam um casal lindo, André Nicolau, o catalão Adriá com sua Suzana, Erika Toscano e claro as belas Daiene Conterato, Andressa Fontana e Thayla Ayala, que se mostraram boas e animadas parceiras de festival! Foi tudo ótimo! Ótima turma, ótima energia, ótimo festival, ótimas atrações e tudo isso regado a muito sorriso de verdade. Era perceptível a felicidade da galera em todas as horas, seja deitado na grama do festival ou pulando ta tenda Sahara com house music no último volume.

Tentei explicar, mas ainda não consegui. Aos poucos vou soltando mais coisas por aqui e vocês vão entender como foi tudo isso… A primeira parada foi em Venice antes de seguir para o deserto.

No site Rg tem algumas fotos do que rolou nos dois primeiros dias com fotos da galera em Venice e no dia seguinte na Pool Party. Se liga só aqui e aqui que tem nota no ar cpom texto e fotos minhas.

Mas aqui para o Blog fiz um compilado com as imagens mais legais! Só rodar!

Tinindo Tinindo, Trincando Trincando, como diz a Baby do Brasil.

Fotos: @victorcollor

Na semana passada, entre um papo e outro com sei lá quem, fui informado que um dos projetos mais legais que está no ar hoje em dia é do boa gente João Vicente de Castro com outros quatro sócios.
Já conhecia o projeto e não sabia dessa sociedade, e durante o Lollapalooza, um dos melhores festivais que já fui aqui no Brasil, encontrei João Vicente e logo fui confirmar o seu envolvimento e claro, dar meus parabéns porque realmente merece e vocês vão entender o por que!

Entre um papo e outro com ele, falei sobre o blog e a divulgação do projeto que muita gente já conhece. Fiquei pensando e fazia ou não esse post e cheguei a seguinte conclusão. Se você já conhece, desconsidera o post e para você que ainda não conhece, continua lendo que vem coisa boa por aí. Trata-se do Porta dos Fundos, que nas minhas palavras, é tudo o que um canal aberto – ou fechado – gostaria de colocar na grade de comédia, mas infelizmente não colocam por questões “políticas”, que na verdade é tudo caretisse mesmo. Além disso, diferente dos Estados Unidos, a comédia no Brasil ainda não é levada a sério como se deveria, visto que com qualquer piada envolvendo cor, raça ou classe social, os chatos já começam o bla bla bla.

Já deu para entender né, resta agora acessar youtube ou o recém lançado site dos caras e assistir a todos os episódios… Mas para não ficar com preguiça selecionei aqui alguns que achei sensacionais.

O site do Porta Dos Fundos AQUI
O canal do Youtube AQUI

Esse da Maitê é o melhor deles:

Tá de mal humor, assiste um desse que na hora esses caras arrancam um sorriso do seu rosto.

Imagens: Reprodução

Na última quinta-feira rolou o aniversário da minha querida Maria Sole, mulher do meu também querido Dimitri (o que me convidou para almoçar com  Dougy Mandagi). Quando ela me convidou para o get together na sua casa só para os amigos brasileiros e gringos, como ela mesmo disse na mensagem no facebook, me perguntou se poderia fazer algumas fotos do pessoal por lá da forma divertida que faço e bem diferente das fotos de coluna social. Disse que sim, mesmo cansado do SPFW, pois aquele seria o meu presente de aniversário a ela. Parabéns!!!
Mandei as fotos e ela disse que eu poderia dividir com vocês aqui no blog.

Selecionei algumas boas mas para ver todas as outras fotos – são 100 no total – clica aqui para ver o álbum na página do VICCO no facebook.

Party People mesmo!

Fotos: @victorcollor

Já faz um tempo que somente o produto não faz verão, ou seja, as marcas estão precisando invovar cada vez mais para ter seu espaço no mercado. Foi com essa ideia que a Jaguar fez um short filme (curta metragem) que vai muito além de um simples comercial de carro.
Com o título Desire, o curta é produzido pela empresa do diretor Ridley Scott, a RSA Films e dirigido por Adam Smith e tem trilha original pela bonitinha da Lana Del Rey.

Curtiu? Quer mais? O filme tem homem bem vestido, gangsters, carros caros, mulheres bonitas e locações incríveis. Parece um filme de 007 mas não é. Inclusive o roteiro lembra uma mistura de James Bond com 60segunods (lembram, aquele com Angelina e Nicolas Cage?). O ator Damian Lewis tem que entregar um carro, um jaguar vermelho F-Type conversível, para um homem de negócios no deserto mas a história acaba indo por outro rumo. É ai que entram tiros, explosões e gangsters.

Olha o teaser:

 

Olha o clipe de Lana Del Rey com trechos do filme:

A BMW fez isso lá em 2001 com Clive Owen e Madonna com uma pegada mais engraçada, lembram?

Branded content dos bons.

Imagens: Reproducão