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Artigos da categoria: PRATELEIRA

Lembram que falei aqui sobre Everything or Nothing, o documentário que conta toda a história por trás de Ian Fleming, Cubby Broccoli e Harry Saltzman? Um prato cheio para quem curte James Bond e uma enciclopédia para quem está começando a se interessar pelo assunto.

Ainda nas minhas voltas pela rede, achei esse documentário que vale a pena assistir e saber tudo o que rolou por trás da primeira produção que foi ao cinema e abriu a maior série do cinema: 007 contra Dr. No.
O doc fala dos primeiros passos dos produtores com o autor Ian Fleming, até as curiosidade das filmagens na Jamaica com Sean Connery e uma das imagens mais clássicas do cinema com Ursula Andress saindo do mar de biquini, uma faca e algumas conchas – quem não lembra?

O cigarro, o isqueiro, o Rolex Submariner, o terno que tem que ter mais espaço embaixo do braço esquerdo para caber sua arma, … essas são algumas das curiosidades que o doc mostra sobre o personagem que é referência para qualquer homem moderno.

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Assista ao filme e depois veja o documentário…

Imagens: Reprodução

Extra Extra! Acabou de sair, agora há pouco às 11:45h no horário GMT o novo trailer de S.P.E.C.T.R.E, o novo filme da maior saga do cinema que vocês já sabem que sou fã desde pequeno.
Já falei aqui sobre um trailer que havia saído, mas que pelo que visto era um “falso”que estava rodando na rede ou havia vazado. Digo isso pois ele saiu do ar e não há nada parecido no youtube.

Hoje é oficial e está na página do 007.com. Se liga aqui para ver de perto parte da nova aventura de Bond, James Bond que tem Christoph Walt como vilão.

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Junto com o novo trailer, também soltaram os novos pôsteres do filme que na real, achei bem bobo, além dos caras terem pesado a mão na cor dos olhos de Daniel Craig. Mas vale ficar de olho na pulseira Nato do Omega e a conitnuacão da arma Walther PPK na maior série do cinema. Se liga:

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Bond is Back!

Imagens: Reprodução

O carinho e a paixão pelo personagem de Ian Flemeing já é antiga. Lembro das pesquisas que fazia, as revistas que comprava com matérias sobre o agente secreto mais famoso do mundo, os isqueiros Zippo com cartazes dos filmes, os livros em alemão, os brinquedos e qualquer coisa que de alguma forma tinha uma ligação com Bond.

Foram anos de pesquisa e “acompanhamento” da evolução do personagem, além de ver e rever muitas vezes os filmes. São fases da vida que volto a “pirar” em James Bond. Agora por exemplo, voltei a fase e já re-assisti a todos de Sean Connery, primeiro Bond de 62 com Dr. No até 71 com Diamonds Are Forever. Já passei pela era pós Guerra Fria com GoldennEye, Tommorow Never Dies e The World is Not Enough, mas me recusei a assistir Die Another Day, que na minha opinião é o pior filme da série sem sombra de dúvidas.

Vendo e revendo cada detalhe desses filmes e do personagem de Ian Fleming, bati de frente com o documentário Everything Or Nothing de 2012 que celebra os 50 anos de Bond e nos introduz ao autor e como ele se juntou com Harry Saltzman e Albert R. “Cubby” Broccoli, dupla de produtores que fez o personagem de Fleming alçar vôos que ele até então não havia imaginado.
Muita coisa interessante se passa nas quase duas horas de documentário que é ilustrado com cenas dos filmes enquanto mostra a história real por trás dos altos e baixos da maior saga do cinema. Muita coisa eu já sabia devido aos anos de pesquisa, mas confesso que fiquei em choque com a quantidade de novidade de vi de perto:

•Até então eu não sabia que Ian Fleming era um ex oficial da inteligência Naval do Reino Unido e no pós guerra, resolveu escrever suas novelas com um personagem um tanto quanto peculiar. Daí você para e pensa: Como ele conseguia saber sobre planos dos soviéticos, os armamentos, equipamentos de transmissão, salas de convenção e todo esse universo por trás de 007? Está aí a resposta.

• EON Productions significa “Everything Or Nothing” devido ao jeito da dupla Broccoli e Saltzman trabalharem… era na base do “oito ou oitenta”, tudo ou nada. Genial, não?

• A morte de Ian Fleming nas gravações de Thunderball, o quarto filme.

• A briga judicial entre Ian Fleming e Kevin McClory pelos direitos autorais de Thunderball. Além de ter sido ele o responsável por colocar Sean Connery de volta no papel de Bond após uma briga feia com Harry Saltzman em Never Say never Again, um filme  fraco que tem a mesma história de Thunderball e personagens de mesmo nome, com um Sean Connery bem mais velho, 10 anos após sua última aparição em Diamonds Are Forever com Bond.

• A história por traz de George Lazenby, até então um modelo famoso da época que nunca tinha atuado antes. Inventa umas mentiras para Saltzman e consegue o papel que até então, ter a vida que James Bond levava, cheio de mulheres, bebidas, viagens e a licença para matar, era o seu sonho. Até que a licença para matar se tornou um problema na época do movimento Flower Power, o surgimento dos hippies e o movimento anti guerra. Isso o fez pedir “demissão” do cargo, chegando ao ponto de ter ido a pré estréia de On Her Majesty’s Secret Service com longos cabelos e barbudo como um “protesto”. Saltzman e Cubby não gostaram nada da ideia.

• A história em que Pierce Brosnan seria James Bond em The Living Day Lights de 87 e perdeu o papel para Timothy Dalton devido ao um contrato com uma série de TV que não o liberou.

• A melhor frase do documentário que nos faz pensar bastante. Em entrevista, Pierce Brosnan fala: “Mais homens já andaram na Lua do que interpretaram James Bond”

 

Detalhes como esses que deixam qualquer fã ainda mais contente por saber ainda mais curiosidades sobre o personagem, a histórias por trás e uma infinidade de depoimentos. Vale muito a pena assistir. Infelizmente não há na Apple TV do Brasil e no Netflix. No Youtube tem ele em partes, mas chega um ponto que acaba faltando bastante material… Tem que achar na rede!

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Que tenhamos muito mais “Shaken, not Stirred”por muitos anos!

Fotos: Reprodução

 

 

Em casa o negócio é o seguinte… só se escuta vinil e vocês vão entender o meu ponto.

A ideia de ouvir um disco inteiro, de cabo a rabo, foi algo que ficou perdido no tempo e com o pulo de CD para MP3, a coisa se perdeu mesmo. Ou seja, ouvir o disco do artista que você curte em vinil tem esse ponto positivo, de entender o que artista quis colocar no lado A e no lado B do disco. É daí que você começa a entender que as vezes um disco pode ter uma pegada até a metade e mudar completamente na metade final… eis o lado A e o lado B. Isso é muito nítido nos discos dos Rolling Stones – um lado com uma pegada mais guitarra e rock ‘n’ roll e o outro lado com Mick e seus gritinhos em trilhas mais melódicas.

Dando minhas voltas pela rede, achei no Mercado Livre um ótimo vendedor de discos (RythmRecords) que por acaso estava vendendo essa raridade, que é o disco single de Space Cowboy com 6 versões da mesma música – como era boa essa época de singles! Há mais ou menos 8 anos ganhei um “kit” de uma ex namorada que entende tudo de música. Dentro do tal kit, só CD’s com singles de inúmeras músicas de Jamiroquai – uma das bandas que mais admiro. Que presente, não? Na época CD ainda tinha um lugar ao sol e achar isso aqui no Brasil realmente deve ter sido um trabalhão! Tá aqui o meu muito obrigado mais uma vez!
Voltando a kit, lá estava o single de Space Cowboy com uma das capas mais debochadas que eu conheço e com essa versão instrumental que é de te deixar completamente em paz. Escuta o som e tenta achar a versão na rede! Cheers!

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“…Cheeba cheeba, kind of Space Cowboy vibe…”

Imagens: Reprodução

Quem não lembra da primeira aparição do DB5 na maior saga do cinema em 1964, quando Sean Connery pergunta a Q aonde está o seu Bentley, e a resposta é que o agente passaria a usar o Aston Martin DB5 no lugar do usado em Dr. No? Na sequência o saudoso Desmond Llewelyn fala uma de suas frases que entraram para a história e tem um cantinho especial para os fãs: “I never joke about my work 007″ com uma expressão única de irritação com James Bond. Simplesmente genial!
A partir dai Sean Connery usa o carro nos alpes suíços ainda em Goldfinger e também no filme seguinte, Thunderball na primeira cena de fuga, antes dos créditos iniciais. Depois disso, nem mesmo Roger Moore teve o prazer de dirigir o carro mais famoso do mundo, até que em 1995, logo após os créditos iniciais e a voz de Tina Turner cantando Goldeneye, Pierce Brosnan volta a brincar de velocidade nas estradas de Monte Carlo.

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Detalhes que nos fazem pensar duas vezes sobre o quão legais são os nossos carros de hoje em dia, mais de 50 anos após a criação do DB5.

Abaixo, achei algumas fotos e vídeos que contam um pouco da relação da manufatura inglesa com o personagem mais famoso do cinema – é por isso que o Aston Martin DB5 se tornou o carro mais famoso do mundo tendo aparecido somente em Goldfinger e Thunderball com Sean Connery,  Goldeneye e Tomorrow Never Dies com Pierce Brosnan e Casino Royale e Skyfall com Daniel Craig – o que me deixou bem feliz ter visto a volta do carro no último filme da saga. Na aparição do carro, a trilha de Goldfinger vem a tona, e por fim, voltando ainda mais na história, o escritório de M com a porta vermelha estofada, M interpretado por Ralph Fiennes e o retorno de Moneypenny.

Sean Connery em Goldfinger:

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Pierce Brosnan em Goldeneye:

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Daniel Craig em Skyfall

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Detalhes do carro que eu particularmente, acho o mais legal do mundo – não só o mais famoso:

A frase de Q:

Cenas do DB5 nos filmes:

O filme mais legal deles, contando a história do carro e como ele entrou na vida do personagem com entrevistas com Sean Connery, Guy Hamilton:

O leilão do carro que é chamado de: O carro de James Bond.

Sonho meu!

Imagens: Reprodução

Mais uma música que bateu nos meus ouvidos e não paro de escutar.
Se alguém tivesse chegado pra mim e falado: “se liga nesse som dos anos 70!”. Facilmente iria acreditar achando que poderia ser uma mistura de Earth, Wind and Fire, com possíveis vocais de Rick James ou até mesmo de James Brown… enfim, uma misturada boa da época. Mas não! É  Mark Ronson, o branquelo que produz black music como ninguém na atualidade, junto com Bruno Mars que tem muito do Rei do Pop, Michael Jackson em seus “moves”.
Ou seja, é coisa boa…

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Cuidado: Risco de vício

Imagem: Reprodução

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Quando se fala em James Bond, pelo menos eu não consigo deixar de lembrar da abertura clássica dos globos brancos com o tiro e o mar vermelho que logo vem de cima pra baixo, mas algo que me deixa ainda mais impressionado e pensar que aquilo foi feito entre 1960 e 61, é a abertura ultra moderna de Dr. No, o primeiro filme da maior saga do cinema. A mistura das cores aos corpos em silhueta coloridas com a trilha de John Barry, é simplesmente sensacional. Se liga:

Acredito que isso serviu de inspiração para o artista Michael Gillette que fez as capas de várias reedições das novelas de Ian Fleming para comemorar o seu aniversário de 100 anos em 2008. A notícia é velha, mas o conteúdo e excepcional, e é isso que vale por aqui no VICCO. Os livros são da editora Penguin e assim que bati o olho, já fiquei com vontade de ter a coleção completa das 14 capas que têm um estilo de Pin Up, cada uma com sua característica peculiar. Vale ressaltar que mulher é basicamente o único ponto fraco do agente secreto, e as Bond Girls com certeza estão juntas na inspiração do artista para chegar em mulheres lindas, coloridas e recheadas com letras que dão nomes aos filmes.

Gillete é um artista plástico que teve início de sua carreira no início dos 90 e soube aproveitar bem desse universo pop e colorido que vivemos nos dias de hoje. Entra aqui no site dele para ver trabalhos mais recentes e a biografia.

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Os livros estão a venda aqui na Amazon, mas o que achei ainda mais legal foi o site do artista que vende as obras sozinhas. Ou seja, o print da obra para você colocar ela bem bonita em uma moldura na sua casa. Genial, não?

Além disso, as obras que custam US$95,00 cada vêm numeradas e certificadas pelo artista, pela Ian Flemning Publications Ltd. e pela Danjaq LLC, que têm a licença de James Bond/007. Ou seja, o produto é quente! Se liga aqui para ver o site e se divertir com as Pin Ups:

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Shaken, not stirred!

Imagens: Reprodução