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Artigos da categoria: PRATELEIRA

Recentemente fui apresentado ao som de Leon Bridges, músico norte americano do Texas que me impressionou e não paro de ouvir desde então.

Chamado de estilo Retro-Soul, Bridges com certeza me fez lembrar Sam Cooke e o disco que comprei na House Of Oldies, casa que vende ótimos discos de vinil em Nova Iorque e vocês viram aqui no Axe Matte Effect Tour #2, lembram? Considerado por muitos o fundador do soul music, Cooke não poderia ser melhor referência para o menino do Texas de apenas 26 anos e um vozerão brabo.

Com uma pegada dos anos 60, tanto na música como no estilo, o cantor já tem seu disco “Coming Home”, lançado no ano passado, no iTunes, além do show no Apple Music Festival.

Mantendo a mesma pegada do som dos anos 60, o estilo de Leon também segue a mesma linha. Paletós bem alinhados, chapéus, calças de cintura alta e até suas fotos de divulgação que um leigo diria facilmente que são de época. O corte no cabelo também dá o toque e claro, a capa do disco – sim, tem vinil também, têm as cores, fontes e estilo da época.

O disco inteiro é muito bom, e vale ouvir de cabo a rabo! Além disso, o artista que estourou no Spotify já tem seu canal no VEVO no Youtube. Todos os vídeos tem uma pegada muito legal, com fotografia bem alinhada e sim, o mesmo estilo da época! Bom proveito!

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Leon Bridges

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Querendo o final para ontem.

Fotos: Reprodução

Em meio a toda a correria que foi o final do ano passado, entre entregar a segunda edição do VIC&CO. Post e a ida a Maceió para montar a Cozinha 212, confesso que não tive tanto tempo para falar aqui sobre o jornal, muito menos sobre outros assuntos.

Finalmente solto aqui a capa da nossa segunda edição que contou com várias coisas legais, pensando no verão, mulheres e claro, na cabeça do homem moderno. Falamos do Volvo PV444 que nasceu com os mesmos princípios do Fusca na Alemanha de Hitler, comparamos dois dos maiores ícones do cinema – e também para nós homens, Steve McQueen x Paul Newman, que mostram por A mais B que sim, são homens AXE, homens que já foram e sempre serão referência no que se propõem a fazer, certo Zé Mariano? Fomos além com um guia do que fazer a aonde ficar em São Miguel dos Milagres, e claro, uma matéria especial com o que viria a ser a Cozinha 212 por lá… e sim, foi um sucesso, casa cheia, mas isso é assunto para outro post que ainda vou falar aqui.
Na capa, a querida Adriana Caye que incorporou uma Bond Girl para mim na casa da também muito querida Silvana Tinelli. Com referência em Dr. No e Thunderball, primeiro e quinto filme respectivamente da maior saga do cinema, a pegada era praia, mar, sol, tudo isso para evidenciar o verão. O beauty ficou por conta de impecável André Veloso e styling por minha Daiane Conterato – sim, ela foi a capa da última edição, lembram?
Na onda das coisas antigas que vocês sabem bem que eu tanto gosto, falo dos melhores Vintage Shops de São Paulo em uma matéria grande e cheia de informação e também, na mesma linha, sobre a história da tradicional e hoje moderna, Vila Romana.

Em suma, uma leitura leve, gostosa e cheia de informações para anotar no caderninho, além das minhas dicas da última página, que hoje vai além e se estendem ao Rio de Janeiro.

No fim do ano houve uma distribuição discreta, mas é agora que vocês vão começar a ver mais por ai e em breve solto aqui os lugares e endereço aonde você pode retirar o seu exemplar gratuitamente.

Queria agradecer aqui mais uma vez a AXE junto a Taste Makers de Ana Zambon que foi quem primeiro acreditou na ideia e faz com que cheguemos hoje a segunda edição do #jornaldovictor. Cheers!

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Já em 2016!

Fotos capa: @victorcollor

Essa semana eu falei por aqui sobre o filme Black Mass. No dia em que assisti ao filme, um dos trailers que antecediam a bela atuação de Johnny Depp como um dos maiores criminosos dos EUA, era o filme Burnt (Pegando Fogo) com Bradley Cooper tendo cozinha como tema central. Nitidamente o tema me pegou…

No dia seguinte, recebi o convite da querida Ju Barbeiro para assistir à pré estréia que rolaria na própria segunda-feira. Coincidências a parte, fui ao filme com boas expectativas.

Hoje a cena gastronomica está por todos os lados: Restaurantes, foodies, Chefs, Estrelas, prêmios ou mesmo quem só goste de comer bem, independente da relação com o mundo digital com postagens e likes.
O filme conta a história de um Chef que tem uma carreira e um passado conturbados em Paris e vai a Londres para conquistar mais uma estrela Michelin além das duas que já havia ganhado na terra de Napoleão. Lembram que falei sobre o Guia mais famoso da boa mesa aqui?

Eu já tinha percebido na apresentação do trailer que eram as espumas, pratos minimalistas, bla, bla, bla que viriam a ser mostrados. Eu dou muito valor a essa turma que faz essas experiências gastronômicas que vão além do paladar, mas sinceramente, acredito que já teve um ponto alto na “moda” e agora as pessoas querem a cozinha de verdade, a comida como ela é, o back to basics, além dos preços praticados serem infinitamente mais barato do que o outro lado da moeda.

Bradley é um grande ator? Sim, mas confesso que nesse filme ele não segura o papel de um Chef. Desde o início, não senti firmeza. Sienna Miller está uma delicinha com um corte de cabelo particular e aquele jeitinho da boa menina da cozinha, além de mais idade e já como uma mulher e menos menina. Confesso que só fui me dar conta que era a atriz, da metade para o fim do filme… Quem não lembra dela bem louquinha em Alfie com Jude Law?

Um filme morno e meio café com leite, mas gostei por mostrar que o mundo da cozinha não vive só de glamour como muita gente imagina. Elenco aqui alguns pontos que valem prestar atenção:

• Cooper é colocado como um Chef com um passado com drogas, relação com tráfico, cabeça complicada e cheio de manias e problemas que afetam o seu dia a dia, e até tenta cometer suicídio;

• Mostra também o Chef que sai do seu restaurante estrelado e vai comer nos botecos, foodtrucks, etc. para ter ideias para as suas criações;

• O Chef que vai buscar seus amigos para montar a sua equipe, sendo que um deles acabara de sair da prisão;

• Sienna Miller é uma mãe ausente devido a forte pressão que recebe nas suas jornadas de trabalho dentro da cozinha;

• A disputa doentia entre Chefs e os almejados prêmios;

• Vinganças do passada dentro da sua equipe.

 

Enfim, há muitos outros pontos, mas confesso que vale a pena assitir com esses olhos, pois o roteiro é bobo e morno com um fim com sabor de comida de hospital.

 

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Comida boa / Filme Café com Leite

Imagens: Reprodução

Mesmo em tempo de crise e com um governo que não ajuda em muita coisa, uma turma de pessoas muito legais se juntou para fazer a coisa acontecer e levar educação para crianças.

No início de 2014, o designer Luiz Otávio Carvalho procurava um projeto social envolvendo educação de crianças para fazer parte. A ideia era que tivesse como pilar da educação infantil e que pudesse ajudar através de suas idéias.  Com a ajuda de amigos, a ideia não foi encontrar um projeto, mas sim criar algo do zero e chamar de seu. Com isso, se juntou a ilustradora Naia Ceschin, o fotógrafo talentoso e gente fina Roberto Vietri, além do meu querido Roberto MarquesPaulo Blassioli e Fernanda Médici.

Batizado de Inlócu, o projeto que já está em sua segunda edição, nasceu da ideia de oferecer soluções de educação e infraestrutura para regiões carentes do Brasil. Tudo isso como uma troca de experiências entre os integrantes do projeto e essas pessoas que têm muito a nos ensinar, para então criar e gerar arte baseadas nessas experiências.
Minha mãe sempre diz… a solução para os problemas que temos hoje, é ensinado as crianças. Primeiro como uma solução imediata para tentar reverter esses problemas já dentro de casa, e a longo prazo, pensando que o futuro, a eles pertence!

A primeira edição aconteceu na Bahia e agora, a turma tem a Amazônia como ponto chave. Com o material gerado a partir do que foi vivido na Amazonia, os caras vã montar uma exposição essa semana e terá verba revertida para a construção do Centro de Saberes da Floresta, no coração da Amazônia. Sano fotos, vídeos, roupas e mais um monte de coisa legal geradas na experiência. Demais né?

Fica logado no site dos caras que têm todas as informações e mostro aqui o vídeo que conta essa história, além de fazer o convite em nome de todos para conhecer e visitar a exposição.

Serviço:
Espaço Aldeia
De 3 a 6 de Dezembro
Rua Lisboa, 445, Pinheiros
projetoinlocu.com.br

Instagram > @projetoinlocu

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Lindo de ver!

Imagens: Reprodução

Já tinha um tempo que havia assistido ao trailer de Black Mass, que em português tem mais uma dessas ótimas traduções como Aliança do Crime.

O filme conta com Johnny Depp com uma maquiagem impecável e totalmente irreconhecível. Já tem algum tempo que assisto a inúmeros filmes com o ator e acabo sempre enxergando um respingo do nosso eterno pirata Jack Sparrow. Nesse caso, que contou com a ajuda da maquiagem, Johnny encarna um dos maiores mafiosos que os EUA já tiveram. Baseado em fatos reais, o filme conta a história de James Bulger, um criminoso que através de inteligência e artimanhas, se aliou ao FBI para encobrir seus crimes em Boston.

O filme me fez muito lembrar as pérolas de Martins Scorsese como GoodFellas (Bons Companheiros) e The Departed (Os Infiltrados). Aquele mesmo esquema polícia contra bandido, com uma narração, delações, mortes repentinas a queima roupa, …
Se você gostou desses dois gigantes do cinema de Scorsese, com certeza vai gostar de Black Mass.

A trama se passa entre os anos 70 e 80 e tem muita coisa legal para prestar atenção além da história. A trilha é muito boa, inclusive conta com Rolling Stones – o que me fez lembrar ainda mais a pegada de Scorsese na telona, os óculos são demais como o Porsche Design para Carrera que vocês vêm aqui nas fotos. As jaquetas de couro, calças com a cintura mais alta, enfim, … é um prato cheio para os olhos!

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Com eu gosto desse cara!

Fotos: Reprodução

Depois de muita espera, finalmente James Bond estréia nas telonas. Como fã, já fui duas vezes ver o filme e confesso querer ir a terceira em breve.

Vocês acompanharam aqui toda a expectativa que foi criada em torno da 24ª película que prometia voltar ao passado do agente secreto mais famoso do mundo, deixando o personagem mais humano e menos utópico.
Sem dúvida essa é uma das marcas mais fortes de uma era que chega ao fim, a era Daniel Craig. Desde Cassino Royale é isso que vemos – um Bond mais grosseiro, mais porradeiro, mais de combate e inclusive mais loiro. Desde 1962, ano em que foi ao ar Dr. No, o primeiro filme da saga, a ideia de um agente mais sofisticado foi criada, ainda mais quando chegamos a era Roger Moore. Sim, o autor Ian Fleming coloca isso nos livros, mas não tão sofisticado como os produtores Harry Saltzman e Cubby Broccoli construíram no cinema.

De “era” em “era”, a dificuldade é grande para o ator que irá interpretar. Difícil não buscar nas fontes dos outros atores como Sean Connery, Roger Moore, George Lazenby, Tim Dalton e Pierce Brosnan. Sem dúvida uma tarefa e tanto. A solução? Como vocês viram aqui na minha dica para assistir o documentário Everything Or Nothing que conta toda a história, saíndo das páginas para as telonas e curiosidades na produção de cada um dos filmes, a ideia é: volte ao passado, leia os livros, tente enxergar por uma nova perspectiva a essência do personagem criado por Fleming. Nesse caso a ideia foi fazer o filme com a história do primeiro livro do autor, Cassino Royale, e sim, um novo ator, uma nova pegada. Eis Daniel Craig como um novo Bond, seguindo mais a risca o agente visto nos livros!

Mantendo essa mesma linha de pensamento, SPECTRE apresenta mais voltas ao passado e faço aqui um alista de detalhes que me fez lembrar grandes momentos de outras eras. Obviamente não contarei muitas coisas sobre a história para não estragar a surpresa que quem ainda não viu:

SPECTRE não é nome do filme a toa. A SPecial Executive for Counter-iteligence, Terrorism, Revenge and Extorsion e a organização criminosa que James Bond luta contra, desde Dr. No, um agente da organização. Ou seja, a coisa vem de bem antes de você achar que esse é só o nome do novo filme.

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Ernst Stavro Blofeld interpretado por Chistopher Waltz, é o chefe da organização criminosa e já apareceu em 3 filmes diretamente como o vilão, You Only Live Twice, On Her Majesty’s Secret Service e Diamonds Are Forever.

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• O summer branco Tom Ford usado por Daniel Craig na cena do trem lembra o mesmo usado por Sean Connery na cena de abertura de Goldfinger de 1964, inclusive com o detalhe da rosa verelha na lepela.

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• A cena de porradaria dentro do trem me fez lembrar as cenas do segundo filme da saga, From Russia With Love contra o vilão Red Grant. Outros filmes tiveram algumas cenas de trem como em Live And Let Die, o primeiro filme de Roger Moore e também no sucesso The Spy Who Loved Me contra o eterno Jaws interpretado por Richard Kiel, que faleceu no ano passado – triste.

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• Em alguns filmes como Thunderball, foi apresentada a sala da SPECTRE com Blofeld, nunca aparente, em conversa com seus “agentes do mal”. A imagem que apareceu em From Russia With Love com a mão alisando o gato branco, é a mesma até You Only Live Twice, quando o vilão dos vilões é apresentado – careca e com uma cicatriz no rosto. Em SPECTRE, Christopher Waltz é apresentado na mesma pegada, mas só com a silhueta e sem o gato, que só aparece em um único momento. Além disso, no fim do filme, é revelado como Blofeld “ganha”a tal cicatriza no rosto.

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• A clínica na Austria em que 007 vai atrás de Dra. Swan lembra muito o que se viu na única apresentação de George Lazenby em On Her Majesty’s Secret Service nos Alpes Suíços.

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• Seguindo a mesma linha de Jaws em Moonraker e em The Spy Who Loved Me e Odd Job em Goldfinger, Mr. Hinx, o enviado do vilão também não fala nada além de um “shit” na cena do trem. Pode chamar de referência?

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• Quando Bond e Dr. Swan são levados para a base de Blofeld, a roupa da Bond Girl me fez lembrar a mesma usada por Ursula Andress em Dr. No quando ambos também são “capturados” pelo vilão.

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• O paletó usado pelo Blofeld de 2015 tem a mesma gola “mao” do Blofeld de 1969 em On Her Majesty’s Secret Service.

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• O Omega Semaster 300 usado por James Bond com a pulseira NATO é claramente uma referência à pulseira usada no modelo Submariner da Rolex usado em Dr. No e em Goldfinger.

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• O relógio é equipado com uma bomba usada por Bond nas cenas finais. A mesma ideia usada em Live And Let Die, o relógio também fica em vermelho quando o gadget é ativado.

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• O clássico Aston Martin DB5 continua fime e forte. Muito obrigado!

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Firme e forte nas referências.

Fotos: Reprodução

Finalmente chegou um dos dias que mais esperei nos último anos. Rolling Stones acaba de anunciar sua turnê na America Latina em 2016.

Lembro quando fui ao imenso e recordista show dos caras na praia de Copacabana no dia 18 de Fevereiro de 2006. Fui na doida para o Rio de Janeiro e acabei curtindo o show no meio da galera com pé na areia. Confesso que tive dificuldades de enxergar o palco, mas mesmo assim foi muito válido. Lembro também que na época somente conhecia alguns dos clássicos da banda inglesa e o então disco da turnê A Bigger Bang. Hoje vejo de outra forma e como era inocente em sequer conhecer Exile On Main Street, o disco mais lindo da banda e que ganhou até documentário – Stones in Exile que falei aqui. No 212, confesso que o disco de vinil tem tocado com alta frequência ultimamente. Um sinal? Vai saber….

Além da surpresa, o sorriso veio no rosto com a data do show no Rio de Janeiro no estádio do Maracanã. Dia 20 de Fevereiro, o dia em que nasci. Que delícia ter um show dos Stones como presente de aniversário ein! Coisa linda!

Hoje já saiu a arte da turnê e um vídeo que mesmo com seus 1’46”, dá muita água na boca. Com una pegada documental e com depoimentos dos Reis do Rock sobre nós latino americanos, ele apresenta os lugares, locais e algumas imagens com aquela boa e velha pegada 70’s.

Segundo a T4F / Time for Fun de Fernando Altéreo, o palco terá um novo visual, totalmente adaptado para os fãs latino americanos. Olé, Olé, Olé!

Rio de Janeiro:
20 Fevereiro / Estádio do Maracanã

São Paulo:
24 a 27 Fevereiro / Estádio do Morumbi

Porto Alegre:
3 de Março / Estádio Beira-Rio

 

Que alegria!

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Vejo vocês em breve Mick, Keith, Charlie e Ron.

Imagens: Reprodução