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Artigos do mês: May, 2011

Saiu do forno o vídeo do Making Of da nova campanha da Rockstter, fotografada por Cristiano Madureira em uma das casas mais legais de São Paulo… o LionsNightClub, do querido Cacá Ribeiro.

Com um ar retrô, a marca de Eduardo Baptistella que sempre faz peças clássicas bem legais, tem o Hockey como tema da sua nova campanha.

Menos logos, mais classe! Gostei!

Achei muito interessante a idéia da Intel com o The Musem of Me, em meio a tantas coisas que deixamos passar em vão todos os dias acreditando ser tudo tão subjetivo e irrelevante.

Por passarmos grande parte dos nossos dias no facebook, imagina-se que essa ferramenta contenha muitas informações que diz respeito a nós mesmos.

Portanto a idéia é mostrar através do seu perfil do facebook, a sua história “exposta” em um museu fictício, que por sua vez tem uma direção de arte impecável e minimalista. A tal chamada SUA exposição, com início, meio e fim, mostra um resumo da sua vida online na rede social através do seu perfil, passando pelos seus amigos, fotos mais relevantes, palavras que mais cita, amigos mais próximos e por fim, em meio a todos os avatares de seus amigos, é formadao como mosaico a imagem do seu avatar.

Lindo!

Queria eu ter uma expo dessas.
Uma coisa tão simples porém tão valiosa nos dias de hoje

Enquanto aqui no Brasil os jogadores de futebol estão sendo influenciados pelo estilo moicano de Neymar, na Inglaterra a cena é outra.

Desde 2008 o Manchester United, time que não teve sorte no último sábado contra a grandeza do Barcelona, tem parceria com o estilista Paul Smith, que na minha opinião está entre os mais legais de sua geracão. A idéia dessa relação é “vestir” os jogadores fora de campo quando estão a serviço do time, diferente do que vemos aqui no Brasil com os grandiosos logos de Armani, AX e D&G por exemplo, estampados em camisetas, bonés, gorros (WTF?) que sempre nos é apresentado na estrela do Santos e em seus outros “seguidores”…

Ricardo Almeida, vamos tentar uma parceria pelo menos com o meu Corinthians por aqui???

“look good, fell good, play well.” Frase do Sir Alex Ferguson.

Valeu mano?

Nada como ser inglês né…

Foto: Reprodução

Ontem mostrei aqui e aqui meus primeiros passos de fotografia streetstyle e em um comentário do post que publiquei no facebook sobre o post desse blog, meu quase conterrâneo, Bruno Faria, me enviou um link que já conhecia mas que é sempre bom rever para refrescar.

Trata-se do trailer do filme do fotógrafo old school de streetstyle Bill Cunningham, que mostra seu dia a dia e seu olhar  para fotografar. Um frase que achei genial foi a de que ele não está interessado em celebridades que ganham as roupas de estilistas, mas sim na própria roupa, sejam elas de celebridades ou de pessoas comuns.

Além desse trailer, tem o vídeo da Intel, chamado Intel Visual Life, com Scott Schumann, mais conhecido como Sartorialist, incrível blog/site de streetstyle.

Vale a pena dar uma olhada:

Bill Cunningham

Scott Schuman:

Tenho que sair mais pelas ruas…

Ontem comentei aqui que iria a pré estréia do filme de Fernando Grostein Andrade e Fernando Menocci, “Quebrando o Tabu”. Saí da sala de cinema com um sorriso no rosto e pensando: “esse documentário tem que ser visto pelo maior número de pessoas possível” e o vejo como um “abre portas” para uma discussão que ainda tem muita estrada a ser caminhada.

Incrível ver Fernando Henrique Cardoso em seu papel de sociólogo engajado, como mencionou meu amigo Cau Saccol no comentário do post anterior sobre o filme, usando de sua sabedoria e posição perante a sociedade para tratar de um assunto tão delicado afim de mostrar à população que essa realidade pode ser diferente em um país como o Brasil, mostrando exemplos de sucesso em outros países como a Suiça, Holanda e Portugal.

Achei miuito interessante a forma didática que Andrade mostra através do roteiro, ícones e números concretos como essa realidade pode ser diferente com a discriminalização, de uma forma que qualquer pessoa é capaz de ver o filme e entender que, de fato, esse é um caminho a ser traçado não só por nós, mas por todos.
Para muitos, o tema parace abordar legalização da droga, o que é bem diferente de descriminalizar:


descriminalização

(descriminalizar + -ção)
s. f.

Ato ou efeito de descriminalizar, de não tratar como crime ou como criminoso.

Ou seja, não tratar o usuário de droga como um criminoso mas sim como uma pessoa que deve ser tratada.

Em visitas à cadeias, Andrade mostra Drauzio Varella dentro dessa realidade vendo a quantidade de pessoas que são presas por porte ou uso de droga e como essa pessoa continua usando a droga mesmo estando dentro da cadeia. No filme ainda é usado o exemplo da cadeia de segurança máxima americana, Sing Sing, em que seus detentos apelidam de “Swing Swing”, por rolar sexo, drogas e rock ‘n’ roll lá dentro, e nos coloca em cheque com a pergunta…

se não é possível controlar o uso de drogas em uma cadeia de segurança máxima (nos EUA!) como você vai controlar o uso de drogas em uma sociedade “livre”?

Quem é criminoso?…. Eu? Você?, Seus filhos? Seus pais? Pessoas que você ama ou pessoas que te amam?

Foto: Mike Piscitelli (exposta no evento promovido pela BillaBong que comentei aqui)
Foto da Foto: @victorcollor

Foto: @victorcollor

Hoje a noite vou à pré estréia do filme “Quebrando o Tabu”, dirigido por Fernando Grostein Andrade e produzido por sua Spray Filmes junto com Fernando Menocci. Além dos dois, produziram também Silvana Tinelli, Luciano Huck e Gustavo Halbreich.

O filme aborda o tema da descriminalização da maconha e mostra como isso é possível através dos olhares do nosso (ex) Presidente Fernando Henrique Cardoso, Paulo Coelho, Drauzio Varella, os (ex) Presidentes americanos Jimmy Carter e Bill Clinton, entre outros chefes de estado, e vai além mostrando a realidade de quem é usuário de maconha até outras drogas mais pesadas, como se sentem, o que falta em suas vidas e o que querem para o futuro em seu atual estado, mostrando que o que o filme aborda é possível quando visto de outro ponto de vista.

http://www.youtube.com/watch?v=Hz0EWwC-hug

Mundo mais livre?